PROFESSORA É ASSASSINADA EM SALA DE AULA
EX-DEPUTADO VENEZUELANO É SOLTOA Rússia acusa a Ucrânia de tentar sabotar negociações de paz com o atentado. Desde o início da guerra, Moscou atribui a Kiev assassinatos de oficiais de alta patente.
PROFESSORA É ASSASSINADA EM SALA DE AULA
EX-DEPUTADO VENEZUELANO É SOLTOMorgan McSweeney, chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, renunciou neste domingo (8) após forte pressão política provocada pela indicação de Peter Mandelson ao cargo de embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos. A crise se intensificou após a divulgação de novos documentos do Departamento de Justiça dos EUA que revelam a relação próxima de Mandelson com o criminoso sexual Jeffrey Epstein. Considerado o principal estrategista da vitória trabalhista nas eleições de 2024, McSweeney assumiu publicamente a responsabilidade pela nomeação. Em nota, afirmou que a decisão foi um erro que prejudicou o partido, o país e a confiança da população na política, classificando sua renúncia como a “única escolha honrosa”. Ele também destacou a importância de lembrar as vítimas de Epstein e defendeu que a indicação de Mandelson fosse completamente revista, apesar de reafirmar apoio a Starmer. Mandelson havia sido escolhido para o posto em dezembro de 2024, mas foi demitido meses depois, quando documentos revelaram que manteve amizade com Epstein mesmo após sua condenação em 2008.
O escândalo ganhou novas dimensões em janeiro, quando veio à tona que Mandelson compartilhou informações sigilosas do governo britânico com Epstein enquanto era ministro no governo Gordon Brown. Diante das revelações, ele anunciou sua saída da Câmara dos Lordes, mas a pressão política continuou. Starmer agradeceu publicamente a McSweeney, elogiando sua dedicação e papel central na vitória eleitoral. A oposição, porém, afirmou que a crise pode levar também à queda do primeiro-ministro, com críticas duras do líder do Reform UK, Nigel Farage.
O socialista António José Seguro deve vencer as eleições presidenciais em Portugal, segundo pesquisas de boca de urna divulgadas após o fechamento das urnas. Projeção da Universidade Católica Portuguesa indica que Seguro obteve entre 68% e 73% dos votos válidos. O candidato derrotou com ampla margem André Ventura, do partido ultradireitista Chega, que ficou entre 27% e 32%. A vantagem chega a quase 40 pontos percentuais. A abstenção projetada varia de 42% a 48%, semelhante ao primeiro turno. Municípios afetados por chuvas, que votarão depois, representam menos de 1% do eleitorado. A apuração seguirá normalmente e Seguro deve discursar ainda nesta noite. A vitória surpreende porque, no primeiro turno, a direita somou mais votos que a esquerda. A explicação está na percepção do eleitorado de que a disputa opôs moderados e extremistas. Seguro foi visto como um socialista moderado, com discurso de estabilidade e previsibilidade. Ventura, com retórica radical, não conseguiu unir a direita.
Líderes da direita moderada, como o ex-premiê Aníbal Cavaco Silva, apoiaram Seguro no segundo turno. O presidente eleito é visto como alguém que evitaria dissolver o Parlamento, usando o recurso apenas em último caso. Especialistas apontam que ele dialoga bem com diferentes campos políticos. Seguro ganhou prestígio por sua atuação durante a crise do euro, quando apoiou a governabilidade. A postura ajudou Portugal a sair da crise, mas custou sua liderança no Partido Socialista. Na campanha, afirmou não se arrepender da decisão. A eleição também contrapôs discursos imediatistas e visões de longo prazo. Seguro destacou os avanços do país desde a Revolução dos Cravos. Portugal se modernizou, fortaleceu a democracia e aposta na moderação para enfrentar desafios sociais.
Um grupo de dez movimentos da sociedade civil enviou ofício ao presidente Lula pedindo veto a trechos de projetos aprovados pelo Congresso que criam a chamada “licença compensatória” para servidores da Câmara e do Senado. O benefício, classificado como “penduricalho”, pode garantir até um dia de folga a cada três trabalhados ou indenização em dinheiro. As entidades afirmam que a medida institucionaliza práticas informais, amplia pagamentos acima do teto constitucional e pressiona os gastos públicos, com efeito cascata sobre estados e municípios. Também alertam para risco reputacional ao Estado, em um contexto de cobrança social contra supersalários. Segundo Fernanda de Melo, da República.org, além do impacto financeiro há um “custo moral”, pois o benefício amplia desigualdades e compromete a legitimidade do setor público. Apenas 1,34% dos servidores recebe supersalários, mas a imagem negativa recai sobre toda a categoria.
Ela destaca ainda a falta de transparência e padronização na divulgação das verbas indenizatórias nos Três Poderes. Assinam o ofício organizações como Transparência Brasil, Livres, Movimento Pessoas à Frente e Transparência Internacional – Brasil. Especialistas avaliam que o problema é estrutural. Para o advogado Eder Machado Leite, há uso recorrente de verbas indenizatórias para driblar o teto constitucional, prática criticada pelo ministro do STF Flávio Dino. Já o economista Thomás Cordeiro aponta que a concessão de benefícios gera novas demandas e eleva os gastos. A decisão de Dino reacendeu o debate e aumentou a pressão sobre o Congresso. Parlamentares da base e da oposição defenderam a regulamentação do teto salarial, com regras unificadas para todos os Poderes e níveis da federação, a fim de coibir supersalários e reforçar a moralidade administrativa.
Um estudo comparativo sobre os salários do funcionalismo brasileiro, divulgado em novembro pelo Movimento Pessoas à Frente e pela República.org, analisou distorções remuneratórias no serviço público e reforçou críticas feitas pelo ministro Flávio Dino, do STF. Na quinta-feira, o ministro deu prazo de 60 dias para que os Três Poderes expliquem os “penduricalhos” que permitem ultrapassar o teto constitucional. Intitulado Benchmark internacional sobre teto salarial no setor público, o estudo comparou o Brasil com Alemanha, Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, Itália, México, Portugal e Reino Unido. O levantamento destaca especialmente a situação do Judiciário brasileiro. Embora a remuneração inicial de magistrados no Brasil seja a quarta maior entre os países analisados, no topo da carreira os valores se distanciam muito. Juízes brasileiros chegam a ganhar seis vezes mais que autoridades máximas do Judiciário português e quatro vezes mais que ministros de cortes constitucionais da Alemanha, França, Argentina e EUA.
Entre agosto de 2024 e julho de 2025, quase 11 mil juízes brasileiros receberam mais de US$ 400 mil (PPP), valor superior ao pago a magistrados de sete dos dez países estudados. Em 2024, alguns juízes sem cargo receberam mais de US$ 1,3 milhão PPP, principalmente por pagamentos retroativos. O estudo conclui que altos salários existem em outros países, mas critica o modelo brasileiro, baseado na criação ilimitada de parcelas adicionais. Esses “penduricalhos”, como adicionais, gratificações e indenizações, passam a superar o salário principal e são, em geral, classificados como verbas indenizatórias, ficando fora do teto constitucional e sem incidência de impostos.
CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
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FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
TRIBUNAL CONCEDE, MINISTRO REVOGAPREÇOS DOS ALIMENTOS CAÍRAM
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que a prática de caixa dois em campanhas eleitorais é crime e também pode configurar ato de improbidade administrativa. A decisão foi tomada em julgamento virtual com repercussão geral. Com isso, políticos denunciados poderão ser responsabilizados tanto na Justiça Eleitoral quanto na Justiça comum. O entendimento endurece as punições para esse tipo de conduta, especialmente em ano eleitoral. O voto decisivo foi do ministro Kássio Nunes Marques, futuro presidente do TSE. Prevaleceu o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes. Segundo ele, as esferas eleitoral e administrativa são autônomas. Enquanto a Justiça Eleitoral protege a legitimidade das eleições, a Lei de Improbidade Administrativa preserva a moralidade e o patrimônio público.A líder interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o avanço do projeto de lei de anistia aprovado em primeira votação pela Assembleia Nacional representa um passo fundamental para a “paz e reconciliação nacional”. O texto foi aprovado por unanimidade e abrange acusações como traição à pátria, terrorismo e incitação ao ódio, crimes frequentemente atribuídos a presos políticos. O presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez, pediu perdão aos detidos durante a sessão e reconheceu que o caminho até a aprovação definitiva será difícil. Ainda não há data para a segunda votação. Se promulgada, a lei deve conceder clemência imediata a pessoas presas por protestos políticos e críticas ao regime, além de devolver bens confiscados, cancelar alertas da Interpol e permitir o retorno de exilados. O texto exclui crimes contra a humanidade, mas inclui infrações cometidas por agentes do Estado.
A proposta abrange casos entre 1999 e 2026 e pode beneficiar centenas de presos e ex-presos. Organizações de direitos humanos, porém, temem que a anistia também alcance autoridades do regime. Segundo a ONG Foro Penal, 383 presos políticos foram libertados desde janeiro, mas mais de 680 ainda permanecem encarcerados. O governo nega a existência de presos políticos e afirma que os detidos cometeram crimes comuns.
CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
Três regimes estaduais e 97 municipais compraram cotas, em total de R$ 238 mi, relatam Lucas Marchesini e Marcos Hermanson
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
TRUMP PUBLICA VÍDEO RACISTA
VAGA DO QUINTO CONSTITUCIONAL
PRESSÃO SOBRE OS MINISTROS TOFFOLI E MORAES