BRASILEIRO É PRESO EM LOCAL DE VOTAÇÃO NA FLÓRIDA
Brasileiro de 46 anos foi detido no domingo (4) após se passar por agente do ICE em Miami. O homem estava em um local de votação das eleições brasileiras, na Flórida. Danilo Silva usava boné, jaqueta com a sigla do órgão, máscara e botas táticas. Segundo autoridades, ele abordava eleitores e pretendia intimidá-los. Policiais à paisana passaram a monitorar o local após denúncias. Silva foi abordado durante uma discussão com outros eleitores. Ele admitiu não pertencer a nenhuma força de segurança dos Estados Unidos. O brasileiro disse ter comprado o uniforme e os acessórios pela internet. Após votar, Silva trocou de roupa dentro de seu veículo. Durante a abordagem, ele teria ameaçado investigadores e tentado suborná-los. O suspeito foi levado ao centro de detenção Turner Guilford Knight. A juíza Mindy Glazer afirmou que aquele dia não era Halloween.
A Força Aérea da Ucrânia começou a usar armas robotizadas controladas por inteligência artificial. As torretas são instaladas em pontes para interceptar drones russos durante os ataques. Segundo o coronel Yuri Ignat, porta-voz da Força Aérea, o sistema já realizou algumas interceptações. Os equipamentos foram utilizados principalmente na região de Kiev. A Ucrânia busca há meses novas formas de combater os drones russos que atacam a capital. Os novos modelos russos são mais rápidos e difíceis de derrubar que os anteriores. Eles utilizam motores a jato, aumentando a velocidade e a capacidade de ataque. Os modelos anteriores eram baseados nos drones iranianos Shahed. Ignat afirmou que as novas torretas já derrubaram alguns drones, incluindo o moderno Geran-5. Os equipamentos foram observados por jornalistas da AFP em Kiev. As torretas utilizam visão óptica e inteligência artificial para identificar os alvos. A tecnologia busca reduzir a participação humana e tornar mais rápida a resposta aos ataques.
A inteligência artificial começa a transformar a forma como consumidores encontram e compram produtos. Agentes como ChatGPT, Gemini e Claude podem pesquisar, comparar e até concluir compras. O chamado comércio agêntico pode criar uma nova forma de distribuição no varejo. Segundo o BTG Pactual, essa mudança ainda representa pequena parcela do comércio eletrônico. Mesmo assim, acessos de IA a sites de varejo cresceram 203% entre junho de 2025 e maio de 2026. Nos marketplaces, as visitas mensais geradas por IA chegaram a 46,8 milhões, alta de 237%. A mudança desloca para a inteligência artificial o papel tradicional das vitrines dos marketplaces. Empresas também investem em GEO para melhorar a presença de seus produtos nas respostas das IAs. O avanço dos agentes pode reduzir o contato direto das varejistas com seus consumidores. Com isso, ficam ameaçados tráfego, dados dos clientes e receitas de publicidade das plataformas. Amazon, Mercado Livre e Magazine Luiza desenvolvem estratégias diferentes para enfrentar essa transformação. O desafio será preservar dados, relacionamento e marca enquanto a IA assume parte da jornada de compra.
A Justiça Federal enfrenta um déficit de R$ 266 milhões em 2026. Os seis Tribunais Regionais Federais discutem medidas para equilibrar as contas. Entre as possibilidades estão cortes em contratos, obras e investimentos em tecnologia. Também foi cogitado adiar para janeiro parte dos pagamentos a servidores. As medidas poderiam atingir benefícios e a segunda parcela do 13º salário. O Conselho da Justiça Federal, porém, afirma que não haverá atraso na folha. Segundo o CJF, quase 80% do déficit decorre do adicional de qualificação. O benefício começou a ser pago em janeiro, seis meses antes do previsto. Enquanto isso, magistrados continuam recebendo valores acima do teto constitucional. No TRF-4, 523 dos 542 magistrados receberam acima do limite em algum mês. O sindicato dos servidores atribui o rombo também aos benefícios da magistratura.O presidente do CJF discutirá uma solução com os presidentes dos TRFs.
A casa da fraternidade Chi Phi, que está no centro da acusação de estupro, dentro da Universidade Cornell em Nova York
ALUNOS ACUSADOS DE ESTUPRO
Após uma aluna de Cornell acusar sete integrantes de uma fraternidade de estupro em 2024, a universidade abriu investigação sigilosa. Os documentos revelam agora as punições aplicadas aos envolvidos e os fundamentos das decisões. Dois estudantes foram expulsos, um ex-aluno foi proibido de entrar no campus e dois foram suspensos. Outros dois receberam punições mais brandas, incluindo restrições de contato e cursos sobre assédio. Todos negaram irregularidades, e o promotor local decidiu não apresentar acusações criminais em 2024. A fraternidade Chi Phi foi banida do campus após as denúncias. A estudante, identificada como Jane Doe, afirmou que estava incapacitada para consentir por causa de álcool e drogas. Segundo seu relato, ela sofreu abusos de vários homens durante a noite na casa da fraternidade. A investigação de Cornell analisou mais de mil páginas de entrevistas, relatórios policiais e outros documentos. Um painel de três integrantes analisou o caso durante 12 dias e aplicou sanções diferentes aos acusados. A divulgação das acusações provocou debate sobre violência sexual, punições universitárias e presunção de inocência. A governadora de Nova York determinou uma revisão independente e nomeou Letitia James como promotora especial.
Salvador, 6 de outubro de 2026.
Antonio Pessoa Cardoso
Pessoa Cardoso Advogados
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