SERVIÇO DE IMIGRAÇÃO, NOS EUA, PRENDEU QUASE 50 MIL PESSOAS
TJBA ENCERRA CONTRATO COM O BRB
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CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
Integrantes do grupo mais próximo ao presidente avaliam que uma margem folgada no Nordeste é essencial para os planos
FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
Polícia cita tratativas por venda de R$ 627 milhões em canabidiol, além de testes de dengue e projeto com laboratório de Goiás
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
O Irã sofre sanções americanas e internacionais desde a Revolução Islâmica de 1979. Além das sanções, aumentou a tensão no estreito de Hormuz, importante rota mundial de transporte de petróleo e gás. O Irã informou ter colocado 45 petroleiros em uma lista de embarcações proibidas de atravessar o estreito. Segundo Teerã, os navios violaram regras estabelecidas pelas autoridades iranianas e poderão sofrer multas, detenções e confisco de cargas. A lista inclui superpetroleiros, navios de gás natural liquefeito e embarcações que transportam derivados de petróleo. Entre os navios citados estão embarcações ligadas aos Emirados Árabes Unidos e à Arábia Saudita. O Irã também poderá incluir na lista navios envolvidos em transferências de cargas com as embarcações proibidas. As autoridades iranianas não detalharam quais regras foram violadas pelos navios. Teerã afirma que os armadores precisam de autorização para atravessar o estreito e pagar taxas pelos serviços de segurança. Os Estados Unidos consideram a reabertura do estreito uma prioridade. O Irã, porém, mantém a posição de que a passagem continuará fechada até que Washington suspenda o bloqueio naval aos portos iranianos. Teerã também exige o fim das sanções ao petróleo e o descongelamento de ativos iranianos no exterior. A disputa aumenta os riscos para o comércio internacional e para o mercado de energia.