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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

GOVERNADOR: 125 DIAS!

O Tribunal de Justiça da Bahia continua sem o desembargador que deveria assumir o cargo há 125 dias; tudo porque o governador Rui Costa ainda não teve tempo para escolher um dos três advogados em lista tríplice que lhe foi encaminhada. 

Já se foram 125 dias!

MINISTROS NÃO SE INTIMIDAM

Os senadores que pediram o impeachment do ministro Dias Toffoli tiveram um encontro, ontem, com a deputada Janaina Paschoal e o senador Styvenson Valentim declarou: “Eles não se intimidam. Continuam fazendo, os poucos ministros, atos cada vez mais escandalosos. Parece que tudo isso aqui não os intimida quem pode fazer (algo para mudar) está aqui. E não consegue fazer.” Adiante acrescentou: “Vão dizer: Ah!, esse pedido aí não vai prosperar, não. Esses senadores aí não têm poder para nada." 

No encontro, a juíza Selma, PSL, disse que as organizações criminosas ancoram no Judiciário para continuar no mundo do crime; afirmou que os criminosos buscam “a proteção que necessitam para continuarem cometendo crimes”. O senador Álvaro Dias assegurou: “Temos que convencer o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a analisar essas questões. São 18 pedidos de impeachment protocolados somente neste ano. Há necessidade de tirar esse esqueleto do armário”. Já o senador Alessandro Vieira, afirmou que “enfrentar a ditadura da toga” é questão central hoje no Brasil.

JURISTAS INTERFEREM EM DECISÕES DA JUSTIÇA BRASILEIRA

Um grupo de 17 juristas, ex-ministros da Justiça e ex-membros de Cortes superiores de oito países manifestaram contra a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva: 

"Ficamos chocados ao ver como as regras fundamentais do devido processo legal brasileiro foram violadas sem qualquer pudor”. Adiante escrevem: “Num país onde a Justiça é a mesma para todos, um juiz não pode ser simultaneamente juiz e parte num processo". Os signatários sustentam seus argumentos nas mensagens vazadas e afirmam que a Justiça brasileira vive uma “grave crise de credibilidade dentro da comunidade jurídica internacional". 

Interessante é que entre os juristas consta uma professora especialista em combate à corrupção; ou a professora americana nada sabe sobre os processos contra Lula ou pertence a um grupo de petistas espalhados pelo mundo, com o dinheiro do povo brasileiro. Ademais, são atrevidos, porque interferem indevida e abusivamente na independência do Judiciário do Brasil; onde já se viu tamanha intromissão? Será que teriam a coragem de interferir nas decisões da Justiça americana, ou mesmo da Itália? O Judiciário dos Estados Unidos acabou de autorizar a construção do muro, separando dois povos; é justo esse “brinquedo” de Trump? Por que não usam seu tempo e seu conhecimento para condenar as barbaridades que se cometem pelo mundo em nome da Justiça, a exemplo da Húngria,Turquia, Venezuela, e outros países.

JUÍZA PEDE EXPLICAÇÕES SOBRE EMBAIXADA

A juíza federal substituta, Flávia de Macêdo Nolasco, da 16ª Vara do Distrito Federal, concedeu prazo de 10 dias para o Ministério Público prestar esclarecimentos sobre a Ação Civil Pública requerida para impedir a nomeação do deputado federal Eduardo Bolsonaro para a embaixada do Brasil nos Estados. Na análise do requerimento despachou a magistrada: "Não se nega, como constou na petição inicial, que a análise dos critérios jurídicos postos para a nomeação de agentes do estado pode ser efetivada pelo Judiciário. (…) Contudo, a atuação do Poder Judiciário, especificamente da primeira instância, está voltada para os atos concretos eventualmente ilegais ou inconstitucionais, com a resolução de lides subjetivas deduzidas em juízo, o que o postulante aparentemente objetiva afastar”.

PREFEITO DE BREJOLÂNDIA DEVERÁ SER AFASTADO

O prefeito de Brejolândia, Oeste da Bahia, Gilmar Ribeiro da Silva, mais conhecido por Mazim, foi condenado pelo juiz Antonio Lúcio Túlio de Oliveira Barbosa, da Vara Única do Juizado Especial Federal Cível Adjunto de Bom Jesus da Lapa, pela prática do crime de improbidade administrativa. O prefeito deverá pagar multa, é suspenso seus direitos políticos por cinco anos, é proibido de contratar com o Poder Público ou receber benefícios fiscais do governo pelo prazo de 5 anos, além de perder a função pública que exerce. 

O prefeito é proprietário de dezenas de postos de combustíveis e de fazendas e também foi acusado, quando exercia o cargo de prefeito de Tabocas do Brejo Velho, porque aplicou de maneira irregular os recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, nos exercício de 2003 e 2007.

JUIZ CHAMA PROMOTOR DE DEFENSOR DE BANDIDO

O juiz José Daniel Toaldo, da 9ª Vara Criminal de Curitiba declarou, em processo, que odeia e despreza o promotor Jackson Zilio, do Ministério Público do Paraná, porque tornou-se "defensor de bandidos”. Diz o magistrado: “Como já é de conhecimento público, tal pessoa se porta como defensor de criminosos, ao arrepio das tão altas funções do Ministério Público. Tal postura vem sendo relevada por longos anos. No entanto, como última "pérola", tal cidadão se aliou à OAB com o fim de praticar o odioso “desagravo público", situação que se presta unicamente a atender interesses mesquinhos dos piores profissionais da área." 

O magistrado, depois dessa manifestação, deu-se por suspeito no processo.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

PORTUGUESES CRITICAM BOLSONARO

Advogados portugueses, através de Nota, repudiam posicionamento do presidente Jair Bolsonaro, no desentendimento que teve com o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz. Dizem que o ataque do presidente foi uma tentativa para limitar o exercício da advocacia no país. Não se pode nem se deve aceitar interferência de advogados de outro continente para criticar o que se passa no Brasil; essa é a escola do PT, seguida pelo presidente da OAB, consistente em buscar apoio de pequeno grupo de profissionais para imiscuir nos problemas do Brasil.

MENOS SERVIDORES (01)

Decreto Judiciário, publicado no Diário Oficial Eletrônico de hoje, 13/08, concede aposentadoria voluntária ao servidor GERALDO CUNHA DE CERQUEIRA, Subescrivão da Comarca de Irará. Proventos de R$ 13.518,64. 

Fica a gratidão dos jurisdicionados da Comarca de Irará; que tenha nova vida com saúde.

DIÁLOGO DO PCC COM PT É GRAVE

Os senadores Major Olímpio e Soraya Thronicke pediram a quebra do sigilo dos áudios interceptados pela Polícia Federal, responsável pela descoberta de um núcleo financeiro do PCC, porque "afirmações graves e é de fundamental importância que o inteiro teor de todos os diálogos e demais dados, constantes da investigação, tornem-se públicos". Em um dos áudios, um membro da facção criminosa afirma que havia diálogo “cabuloso” com o PT.

PRORROGADA FORÇA-TAREFA DA LAVA JATO

A Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, através de portaria, publicada hoje, 13/08, prorroga por mais um ano as atividades da força-tarefa da Lava Jato no Paraná; a medida será submetida, posteriormente, ao Conselho Superior do Ministério Público Federal. A força-tarefa foi criada em 2014 e conta atualmente com 15 procuradores, sendo esta a quinta prorrogação de seus trabalhos.

RECEITA FEDERAL DESMENTE CONSTRANGIMENTO

A Receita Federal assegurou que o ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União, não está sob fiscalização do órgão. O ministro recebeu intimação da Receita para apresentar comprovação de despesas médicas realizadas em declaração anterior, no valor de R$ 13.2 mil. Em Nota, a Receita afirma que o pedido de informações não diz respeito ao processamento da declaração de Dantas, mas refere-se a apuração de pagamentos recebidos por um médio, que se encontra sob fiscalização da Receita. 

Mas, e daí, o ministro não é um contribuinte? Pode muito bem ter declarado sem ter comprovação como ocorre com qualquer contribuinte. Por que o melindre da Receita? É o “sabe com quem está falando"?

DELATOR ASSEGURA QUE NÃO FOI COAGIDO

O delator Carlos Armando Guedes Paschoal, ex-executivo da Odebrecht, desdisse declarações anteriores nas quais afirmou ter sido coagido para relatar depoimento, incriminando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sobre o sítio de Atibaia. Assegurou ao juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo que as declarações sobre o petista foram de livre e espontânea vontade. 

Em depoimento, no mês de julho, Guedes afirmou: "No caso do sítio, que eu não tenho absolutamente nada, por exemplo, fui quase que coagido a fazer um relato sobre o que tinha ocorrido. E eu, na verdade, lá no caso, identifiquei o engenheiro para fazer a obra do sítio. Tive que construir um relato”. No depoimento de agora ele diz: “Quanto à expressão "quase coagido” e minha colaboração envolvendo o ex-presidente Lula no sítio de Atibaia, reafirmo, como o fiz em meu interrogatório naquela ação penal, que referida colaboração foi feita de maneira livre e espontânea. Admito que não me expressei de maneira adequada em meu depoimento como testemunha no dia 3 de julho de 2019, em São Paulo". "Com relação à expressão "construir um relato”, esclareço que nada tem a ver com "inventar um relato".