A Alpha School propõe um modelo de ensino em que alunos estudam apenas duas horas por dia com aplicativos adaptativos e passam as tardes desenvolvendo habilidades práticas. No lugar de professores, há “guias”. A escola, que cobra até US$ 65 mil anuais, abrirá um campus na Virgínia em 2024, somando-se a unidades já existentes em Austin, Brownsville e Miami. O modelo combina ensino individualizado por IA com oficinas presenciais. MacKenzie Price, cofundadora, defende que crianças não precisam passar o dia em sala de aula. Com mais de 900 mil seguidores nas redes, ela critica a educação tradicional e promove a Alpha como solução inovadora. A iniciativa tem apoio de bilionários e políticos, incluindo o governador da Virgínia, Glenn Youngkin, e o texano Greg Abbott, que receberam milhões em doações de Price em defesa da “liberdade de escolha escolar”.
Apesar do crescimento, a Alpha enfrenta resistência. Apenas o Arizona aprovou sua tentativa de abrir escolas charter; outros estados rejeitaram o modelo por falta de testes comprovados. Pesquisadores como Victor Lee (Stanford) e Ying Xu (Harvard) reconhecem o potencial, mas destacam limitações: o método funciona melhor com alunos motivados e de famílias com recursos. Na prática, a escola usa plataformas como a IXL para personalizar atividades, acompanhando a dedicação do aluno por meio de IA que monitora ritmo, teclas digitadas e atenção. Segundo Price, o desempenho dos estudantes Alpha é o dobro da média nacional, medido por avaliações da NWEA. O restante do dia é dedicado a oficinas: andar de bicicleta, escalar, gerir imóveis no Airbnb. O interesse é crescente: em Chantilly, 15 famílias já demonstraram vontade de preencher 25 vagas. Pais elogiam a flexibilidade e o foco em experiências enriquecedoras. Um dos entusiastas é Ricardo Rosselló, ex-governador de Porto Rico, que vê no modelo uma forma de ampliar o potencial dos filhos. Para ele, a força da Alpha está menos na IA e mais na liberdade que ela proporciona.
Pesquisas apontam conhecimento quase total da população sobre o caso (94,5%), sendo que 73,2% o consideram grave. Mais de 60% atribuem responsabilidade a Javier e Karina Milei. Segundo a cientista política Lara Goyburu, em cenários polarizados, o voto tende a se manter, mas há deterioração na percepção sobre o governo. A oposição compara o escândalo ao caso da festa de Alberto Fernández em Olivos, em 2021. O deputado opositor Christian Castillo afirma que Milei perde credibilidade ao se apresentar como “anticasta” e agora enfrentar denúncias de propinas. Spagnuolo já designou advogado próprio, rompendo com a Casa Rosada. Novos áudios e a possibilidade de colaboração de ex-assessores de Milei ampliam a preocupação do governo, que tenta responsabilizar apenas o ex-diretor da Andis.
CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
Brasil inicia ação para usar Lei de
Reciprocidade contra os EUA
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
A decisão judicial refere que o presidente excedeu a sua autoridade, mas permite que as taxas aduaneiras se mantenham em vigor temporariamente enquanto se aguarda um possível recurso.
EQUIPE DA CORREGEDORIA DAS COMARCAS DO INTERIOR, JUIZES, MINISTÉRIO PÚBLICO ADVOGADOS E SERVIDORES NO DESCERRAMENTO DA PLACA COMEMORATIVA DA ÚLTIMA COMARCA VISITADA, DAS 237, NO PERÍODO 2012/2013.
A população brasileira foi estimada em 213,4 milhões de habitantes, segundo o IBGE, com base na contagem até 1º de julho. O número representa crescimento em relação ao Censo de 2022, que registrou 203 milhões de pessoas, e à estimativa de 2024, de 212,6 milhões. Apesar do aumento, o IBGE aponta tendência de desaceleração no crescimento populacional, já indicada por pesquisas anteriores. Algumas capitais, como Salvador, Belo Horizonte, Belém, Porto Alegre e Natal, registraram perda de habitantes em relação a 2024, mas suas regiões metropolitanas cresceram. Segundo o IBGE, grandes capitais perdem moradores para áreas periféricas conurbadas. Já Boa Vista (RR) liderou o crescimento populacional, com alta de 3,26%, impulsionada pela migração internacional, sobretudo de venezuelanos.
Outras capitais com crescimento expressivo foram Florianópolis (1,93%), Palmas (1,51%) e Cuiabá (1,31%), influenciadas por migração interna e imigração de haitianos e venezuelanos. A região metropolitana de São Paulo segue como a mais populosa do país, com 21,6 milhões de habitantes, seguida por Rio de Janeiro (12,9 milhões), Belo Horizonte (6,0 milhões) e pelo Distrito Federal e entorno (4,8 milhões).