O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) promoveu dois magistrados ao cargo de desembargador na data de ontem, 28. As promoções ocorreram pelos critérios de merecimento e antiguidade, durante sessão do Tribunal Pleno. As mudanças são as primeiras na composição da Corte no biênio 2026/2028, presidido pelo desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano. Pelo critério de merecimento, o juiz Joséfison Silva Oliveira foi promovido e lotado na 5ª Câmara Cível, ocupando a vaga aberta com a aposentadoria da desembargadora Heloísa Pinto de Freitas Vieira Graddi. Pelo critério de antiguidade, a juíza Márcia Denise Mineiro Sampaio Mascarenhas foi promovida, lotada na 3ª Câmara Cível, na vaga aberta com a aposentadoria da desembargadora Regina Helena Santos e Silva. Os dois magistrados tomaram posse ontem, perante o Tribunal Pleno. Márcia Denise Mascarenhas era titular da 15ª Vara do Sistema dos Juizados Especiais de Salvador desde 2021. Na carreira, a magistrada atuou nas comarcas de Mairi, Medeiros Neto, Muritiba e Jequié, além de exercer funções de coordenação na área extrajudicial e na Vara de Registros Públicos de Salvador. O juiz Joséfison Oliveira era titular da 8ª Vara de Relações de Consumo de Salvador e iniciou sua carreira na comarca de Cotegipe, atuando também nas comarcas de Araci, Itapicuru e Santo Amaro. Ele ocupou diversas funções administrativas no TJ-BA, incluindo assessorias da Presidência e Vice-Presidências e integrou a Ouvidoria Judicial e atuou na Escola dos Magistrados da Bahia (EMAB).
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sábado, 29 de agosto de 2026
PROMOÇÕES E APOSENTADORIA NA SESSÃO DE ONTEM NO TRIBUNAL
O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) promoveu dois magistrados ao cargo de desembargador na data de ontem, 28. As promoções ocorreram pelos critérios de merecimento e antiguidade, durante sessão do Tribunal Pleno. As mudanças são as primeiras na composição da Corte no biênio 2026/2028, presidido pelo desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano. Pelo critério de merecimento, o juiz Joséfison Silva Oliveira foi promovido e lotado na 5ª Câmara Cível, ocupando a vaga aberta com a aposentadoria da desembargadora Heloísa Pinto de Freitas Vieira Graddi. Pelo critério de antiguidade, a juíza Márcia Denise Mineiro Sampaio Mascarenhas foi promovida, lotada na 3ª Câmara Cível, na vaga aberta com a aposentadoria da desembargadora Regina Helena Santos e Silva. Os dois magistrados tomaram posse ontem, perante o Tribunal Pleno. Márcia Denise Mascarenhas era titular da 15ª Vara do Sistema dos Juizados Especiais de Salvador desde 2021. Na carreira, a magistrada atuou nas comarcas de Mairi, Medeiros Neto, Muritiba e Jequié, além de exercer funções de coordenação na área extrajudicial e na Vara de Registros Públicos de Salvador. O juiz Joséfison Oliveira era titular da 8ª Vara de Relações de Consumo de Salvador e iniciou sua carreira na comarca de Cotegipe, atuando também nas comarcas de Araci, Itapicuru e Santo Amaro. Ele ocupou diversas funções administrativas no TJ-BA, incluindo assessorias da Presidência e Vice-Presidências e integrou a Ouvidoria Judicial e atuou na Escola dos Magistrados da Bahia (EMAB).
MANCHETES DE ALGUNS JORNAIS DE HOJE, 29/08/2026
CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
Deputados federais concentram R$ 982,8 milhões em recursos de campanha
O Sudoeste reúne a maior parcela dos recursos destinados às campanhas para a Câmara, com R$ 397 milhões
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
Esquiva no tema Vorcaro, dubiedade sobre urnas, erro de Eduardo: a entrevista de Flávio Bolsonaro à Globo em sete pontos
Presidenciável do PL minimizou tentativa de golpe em 2023 e indicou que, se eleito, tentará reverter condenação do pai pelo STF
FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
Flávio se nega a prestar contas sobre 'Dark Horse', tenta colar Master em Lula e diz que respeitará urnas
Em entrevista à TV Globo, presidenciável do PL afirma que médico Cláudio Lottenberg será seu ministro da Saúde Flávio não detalha medidas na economia e diz que irmão errou ao agradecer Trump por tarifas
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
Candidato do PCO defende fim do Senado
MARCELO MILLET defendeu o fim do Senado e afirmou que a participação da legenda nas eleições tem como principal objetivo apresentar o programa político do partido
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
EUA destacam tecnologia e cooperação agrícola na 49ª Expointer
Consulado em Porto Alegre promove programação sobre inovação no agronegócio, educação e oportunidades de negócios
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
Gasolina volta a ficar mais cara que o gasóleo na próxima semana
Os valores voltam a inverter e o preço médio da gasolina deverá superar os dois euros, ao passo que o gasóleo ficará um pouco abaixo, na segunda-feira. Falta confirmar o desconto no ISP.
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
TRUMP ESTÁ PERDIDO NA PRESIDÊNCIA
A conduta de Donald Trump na Presidência dos Estados Unidos tem sido marcada por decisões que misturam política, nacionalismo, provocação e uma forte valorização da imagem pessoal. Um dos exemplos mais recentes ocorreu ontem, 27, quando Trump assinou uma ordem executiva determinando que o Lago Ontário seja chamado de “Lago América” nos registros oficiais dos Estados Unidos. Na verdade o lago é compartilhado pelos EUA e pelo Canadá, e o governo canadense rejeitou a mudança, afirmando que continuará utilizando o nome histórico. A decisão tem forte caráter simbólico. Mais do que alterar um registro geográfico americano, ela ocorre em um momento de deterioração das relações entre Washington e Ottawa, depois do fracasso de negociações comerciais e da adoção de novas tarifas. O episódio lembra outra iniciativa de Trump: em 2025, ele determinou que o Golfo do México passasse a ser denominado “Golfo da América” em documentos do governo americano. A mudança também provocou controvérsia internacional.
Esse padrão revela uma característica recorrente de Trump: transformar símbolos, nomes e gestos políticos em instrumentos de afirmação de poder. O presidente frequentemente apresenta questões complexas de comércio, soberania e relações internacionais em termos de vitória, derrota, força e submissão. A política comercial também segue essa lógica. Tarifas são utilizadas não apenas como instrumentos econômicos, mas como mecanismos de pressão sobre outros países. No atual conflito com o Canadá, os Estados Unidos chegaram a impor tarifas de 50% sobre determinados produtos canadenses, enquanto Ottawa anunciou medidas de retaliação. Trump também provocou controvérsias ao defender interesses americanos sobre territórios e áreas estratégicas, como a Groenlândia, e ao adotar uma postura mais confrontadora em relação a aliados tradicionais. Seus críticos veem nesse comportamento uma tendência à personalização do poder, na qual a autoridade presidencial é frequentemente utilizada para produzir impacto político imediato e alimentar sua base eleitoral. Seus apoiadores, por outro lado, interpretam a postura como demonstração de firmeza e defesa dos interesses nacionais.
O caso do Lago Ontário resume bem esse estilo. Um nome utilizado durante séculos transforma-se em objeto de uma disputa política contemporânea. Para Trump, a mudança reforça a identidade americana; para o Canadá, trata-se de uma decisão unilateral que não altera o nome histórico do lago. A questão central, portanto, não é apenas como chamar um lago. É compreender até que ponto símbolos, provocações e decisões unilaterais passaram a ocupar espaço relevante na política externa da maior potência mundial. Trump transformou a própria maneira de exercer a Presidência em uma forma de comunicação política. Muitas vezes, o gesto parece tão importante quanto o resultado concreto. E é justamente essa combinação de confronto, nacionalismo e espetáculo que torna sua conduta uma das mais controversas e banais da política internacional contemporânea.
Salvador, 28 de agosto de 2026.
RADAR JUDICIAL
JUIZ DA BAHIA É ACUSADO DE RACISMO RELIGIOSO
Esses 15 municípios concentram 42,9 milhões de pessoas, cerca de 20% da população nacional. Serra da Saudade (MG) é o município menos populoso, com apenas 857 habitantes. Outras três cidades têm menos de mil moradores: Anhanguera, Borá e Araguainha.
Boa Vista (RR) registrou o maior crescimento entre as capitais, com alta de 3,19%. Salvador teve a maior queda, de 0,17%, seguida por Natal, Belém e Belo Horizonte. São Paulo concentra 21,6% da população estadual, seguida por Minas Gerais e Rio de Janeiro. O IBGE prevê que a população brasileira atinja 220,43 milhões em 2041 e comece a cair a partir de 2042.
TRUMP NÃO CONSEGUIU ENCERRAR A GUERRA CONTRA O IRÃ
A guerra lançada por Donald Trump contra o Irã completa seis meses nesta sexta-feira (28), sem perspectiva clara de encerramento. O conflito já contribuiu para transformar profundamente o Oriente Médio. Trump adotou uma estratégia contraditória: promete reduzir o envolvimento dos EUA na região, mas recorre ao intervencionismo para impor seus objetivos. A escalada contra o Irã também foi influenciada pela atuação do primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu. Israel buscava enfraquecer definitivamente a teocracia iraniana após os confrontos com aliados regionais do país. Apesar dos ataques, porém, o regime iraniano permaneceu no poder. As capacidades militares ofensivas do Irã foram reduzidas, mas o país continuou retaliando aliados americanos na região. Teerã também mantém influência sobre o estreito de Hormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito mundial. A instabilidade afetou os mercados e contribuiu para uma alta superior a 20% do petróleo Brent no ano. O programa nuclear iraniano continua sendo uma incógnita. Sem inspeções e sem informações sobre o destino de 411 kg de urânio enriquecido, a possibilidade de uma bomba atômica permanece. Trump alternou ameaças, ultimatos e tréguas, o que afetou a credibilidade militar dos EUA. Problemas em dois porta-aviões e estoques reduzidos de mísseis também limitaram novas ofensivas. Após o fracasso da pressão militar, Washington ampliou as sanções e passou a ameaçar países que ajudam economicamente Teerã, especialmente a China.
JUÍZA CLASSIFICA DE ILEGAL ATUAÇÃO DE TRUMP NO CASO DA ANTHROPIC
Uma juíza federal dos Estados Unidos decidiu, ontem, 27, que o governo Donald Trump agiu ilegalmente ao classificar a Anthropic como risco à segurança e impedir a empresa de inteligência artificial de trabalhar com órgãos federais. A decisão foi tomada pela juíza Rita Lin, do Tribunal Distrital do Norte da Califórnia. Segundo ela, o governo retaliou a Anthropic por manifestações protegidas pela Constituição sobre o uso de sua tecnologia. Lin afirmou que a justificativa de segurança nacional não pode ser usada para punir empresas que criticam o governo. Em março, o Pentágono classificou a Anthropic como risco à cadeia de suprimentos e proibiu órgãos governamentais de utilizar seus modelos de IA. A empresa comemorou a decisão e disse continuar disposta a trabalhar com o governo para desenvolver aplicações de inteligência artificial voltadas à segurança nacional. O governo Trump ainda poderá recorrer. A decisão encerra uma das duas ações judiciais apresentadas pela Anthropic em março contra as medidas do Pentágono. O conflito começou após divergências sobre um contrato de US$ 200 milhões para fornecer tecnologia de IA ao Departamento de Defesa. A Anthropic estabeleceu limites para o uso de seus sistemas, recusando aplicações relacionadas à vigilância em massa de americanos e a armas letais autônomas. O Pentágono, por sua vez, afirmou que uma empresa privada não poderia determinar políticas para o governo americano. Após o fracasso das negociações, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, classificou a Anthropic como risco à cadeia de suprimentos.
UCRÂNIA ATINGE BOMBARDEIO ESTRATÉGICO NA RÚSSIA
A ofensiva ocorre em meio à escassez de mísseis para os sistemas de defesa Patriot, fornecidos pelos Estados Unidos. Os equipamentos são especialmente importantes para interceptar mísseis balísticos, considerados mais rápidos e difíceis de derrubar. A intensificação dos combates provocou, em julho, o maior número de mortes de civis desde o início da guerra, exceto no primeiro mês da invasão. A Ucrânia também ampliou ataques contra alvos estratégicos dentro da Rússia. Nesta sexta, Kiev atingiu uma unidade de refino em Iaroslav, a quase 1.000 km do território ucraniano. Os ataques têm provocado problemas no abastecimento de combustíveis e aumento das filas em postos russos. O Kremlin também elevou a tensão com o Reino Unido, ameaçando atingir fábricas militares britânicas caso Londres permita a produção de mísseis na Ucrânia. A crise se soma às tensões no Báltico, onde países da região temem uma ação russa mais agressiva. O chefe da espionagem americana, John Ratcliffe, esteve em Moscou para conversar com seu homólogo russo, Serguei Narichkin. A visita buscou reduzir a escalada de tensões entre Rússia, Estados Unidos e aliados europeus. O presidente americano, Donald Trump, afirmou na quinta-feira (27) não estar preocupado com a possibilidade de Putin atacar algum país da Otan.
"IA" NA ESCOLHA DE VEÍCULOS
A inteligência artificial (IA) já desperta interesse dos consumidores brasileiros na escolha de veículos, mas a confiança na tecnologia ainda é limitada quando se trata de direção autônoma.
"PLATAFORMAS DIGITAIS EM AÇÃO"
A Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (EJE/TSE), com apoio do Conselho Federal da OAB (CFOAB), lança na terça-feira (1º/9) a ferramenta “Plataformas Digitais em Ação”. O recurso reúne orientações, políticas e termos de uso de grandes empresas de tecnologia aplicáveis às eleições, além de informações para o enfrentamento à desinformação. O lançamento ocorrerá das 10h às 17h, no Auditório 1 do TSE, com a presença do presidente em exercício da OAB Nacional, Délio Lins e Silva Júnior, e do procurador especial de Direito Eleitoral do CFOAB, Sidney Sá das Neves. A iniciativa busca aproximar as Comissões de Direito Eleitoral das seccionais da OAB das diretrizes adotadas pelas plataformas digitais durante o período eleitoral. Presidentes das comissões de todo o país poderão acompanhar as discussões sobre o combate à desinformação e indicar representantes para participar do evento. As inscrições, por formulário disponibilizado pelo TSE, terminam na segunda-feira (31/8). A plataforma reúne conteúdos produzidos por Meta, Google, Kwai, LinkedIn, Telegram e TikTok sobre remoção de conteúdos, políticas de uso e regras aplicáveis aos sistemas eleitorais.
JUDICIÁRIO E MINISTÉRIO PÚBLICO SÃO ALVOS DOS SUPERSALÁRIOS E PENDURICALHOS
O Judiciário e o Ministério Público são os principais alvos do debate sobre supersalários e penduricalhos nas redes sociais. A conclusão é de pesquisa da Redes Cordiais e da República.org, que analisou mais de 11,2 mil publicações. Foram examinados conteúdos do Instagram, YouTube e TikTok. Segundo o levantamento, referências ao STF, à magistratura e ao Ministério Público aparecem em 30% a 52% das publicações do Instagram. Em 2026, esse índice chega a 75%. No YouTube, o STF está presente em 38% dos vídeos analisados. O Congresso Nacional aparece em 25%, sendo o segundo principal alvo institucional. O contexto financeiro ajuda a explicar a repercussão do tema. Outra pesquisa da República.org apontou cerca de R$ 20 bilhões em remunerações acima do teto do serviço público. Os dados consideraram o período entre agosto de 2024 e julho de 2025. Desse total, R$ 11,5 bilhões estão concentrados na magistratura. Outros R$ 3,2 bilhões correspondem ao Ministério Público. Pesquisa Genial/Quaest, de março, mostrou que 44% dos eleitores defendem a suspensão dos penduricalhos. Apesar disso, nenhum candidato à Presidência assumiu a proposta de acabar com esses benefícios. No STF, o plenário estabeleceu limite de até 35% para pagamentos acima do teto do funcionalismo. O teto atual é de R$ 46,3 mil, permitindo remunerações de até R$ 62,2 mil.
DESMATAMENTO ZERO EM 60% DOS TERRITÓRIOS INDÍGENAS
EL NIÑO AMPLIA MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO PLANETA
Nas últimas quatro décadas, o fenômeno El Niño tornou-se quase 40% mais intenso em comparação com a era pré-industrial, no século 19. Estudo da Universidade de Michigan aponta que as mudanças climáticas estão ampliando a força de um dos principais fenômenos meteorológicos extremos do planeta. A intensificação aumenta os riscos de secas, enchentes e incêndios florestais, além de provocar impactos na agricultura e na saúde humana. O El Niño ocorre quando as águas do Pacífico tropical ficam mais quentes do que o normal. O fenômeno está associado ao enfraquecimento dos ventos alísios, que permite o deslocamento de águas quentes em direção à costa da América do Sul. Suas consequências não se limitam ao Pacífico e podem alterar o clima em várias regiões do mundo. Para analisar sua evolução, pesquisadores estudaram amostras de 13 corais das Ilhas Galápagos. Os corais crescem entre 1 e 2 centímetros por ano e registram, em suas estruturas, informações sobre a temperatura do mar. Os cientistas concluíram que os eventos das últimas quatro décadas foram mais intensos do que qualquer outro período dos mil anos anteriores a 1850. A partir de meados do século 19, a industrialização passou a elevar a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera. Segundo os pesquisadores, não há registro de um período anterior em que o El Niño tenha apresentado intensidade semelhante à atual. A força do fenômeno acompanha o aumento da temperatura média global. Modelos climáticos também foram usados para verificar se a intensificação poderia ser explicada por causas naturais. Foram considerados fatores como erupções vulcânicas e variações na atividade solar. Os resultados não indicaram mudanças naturais capazes de explicar a intensidade observada atualmente.