Em um tribunal lotado de Los Angeles, o advogado Mark Lanier empilhou blocos infantispara abrir um julgamento sobre vício em tecnologia. “Este caso é fácil como ABC”, disse ele.
“Vício, cérebro, crianças.” A ação foi movida por K.G.M., hoje com 20 anos, contra a Meta (Instagram) e o YouTube. Ela acusa as empresas de projetarem plataformas viciantes que lhe causaram danos pessoais. Segundo Lanier, os apps funcionam como “cassinos digitais”, com rolagem infinita e recomendações algorítmicas. Executivos saberiam dos riscos, mas priorizaram engajamento. “Eles não queriam usuários, queriam viciados”, afirmou. A Meta rebateu dizendo que os problemas de K.G.M. decorrem de abuso e conflitos familiares, não do uso de redes sociais.
O caso testa uma teoria jurídica inédita, que compara redes sociais a tabaco e jogos de azar.
Milhares de ações semelhantes foram movidas nos EUA. Governos também reagiram ao tema. A Austrália proibiu redes para menores de 16 anos, e Europa e outros países impuseram limites. Documentos internos exibidos ao júri mostrariam que empresas conheciam efeitos nocivos. Alguns comparavam produtos a máquinas caça-níqueis. A defesa citou históricos médicos e traumas familiares. O julgamento deve durar até oito semanas. Executivos como Mark Zuckerberg devem depor.


O dirigente opositor venezuelano Juan Pablo Guanipa foi preso novamente no domingo,8,
Em pronunciamento oficial em redes de rádio e televisão no domingo, 8, o ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou que a taxa de alfabetização das crianças brasileiras subiu de 36%, antes do atual mandato de Lula, para 60% em 2024. Dados do MEC, porém, indicam índice de 59,2%, ligeiramente abaixo da meta. O levantamento considera crianças alfabetizadas até os 7 anos. /i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/b/4/bQGSsCSH2NgCDyzBP74w/whatsapp-image-2023-07-14-at-16.19.26.jpeg)