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sábado, 2 de maio de 2026

TRUMP PERSEGUE CUBA


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou ontem, 1º, um decreto que amplia as sanções contra Cuba, segundo autoridades da Casa Branca. A medida busca aumentar a pressão sobre Havana, já afetada por restrições econômicas. As sanções têm como alvo pessoas, entidades e afiliados que apoiem o aparato de segurança cubano ou estejam envolvidos em corrupção e violações de direitos humanos.  O governo cubano reagiu duramente. O chanceler Bruno Rodríguez classificou as medidas como “ilegais” e “abusivas”, acusando os EUA de impor ações coercitivas unilaterais. Não foram detalhados, de imediato, os nomes dos atingidos pelas novas punições, divulgadas inicialmente pela agência Reuters. O decreto também autoriza sanções secundárias, permitindo punir empresas ou instituições financeiras que realizem transações com os alvos — ampliando o alcance das medidas para fora dos EUA. 

Essa é mais uma ação do governo Trump contra Cuba, que o presidente afirma estar próxima de um colapso econômico. Ele afirmou que poderia "assumir" Cuba. Ele declarou: "E ele (convidado) vem originalmente de um lugar chamado Cuba, que nós vamos assumir quase imediatamente". Os EUA pressionam há anos por mudanças no país, como abertura econômica, indenizações por bens expropriados após a Revolução Cubana e a realização de eleições livres — exigências rejeitadas por Havana. Recentemente, Washington também endureceu o bloqueio energético, suspendendo o envio de petróleo venezuelano à ilha, o que agravou a crise de combustível. A escassez afetou serviços essenciais, contribuiu para apagões e levou companhias aéreas estrangeiras a suspender voos para Cuba. 


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