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domingo, 24 de maio de 2026

O TERRORISMO DE DONALD TRUMP


O presidente americano Donal Trump apareceu no cenário político para desmantelar a segurança das pessoas e a estabilidade de boa parte dos países. Criou um meio, para punir financeiramente os inimigos. Nos primeiros meses do ano passado e do seu governo impôs as punições financeiras e passou a bloquear a entrada nos Estados Unidos de pessoas investigadas ou de quem ele não queria facilitar o acesso ao país. As estapafúrdias sanções atingiram muitas nações, inclusive o Brasil. A ânsia de abusar do poder foi tamanha que Trump assinou decreto contra o Tribunal Penal Internacional, sustentado no argumento de que a Corte visa os Estados Unidos e o aliado Israel. No decreto presidencial, Trump promove sanções financeiras e proibição de vistos a todos aqueles que auxiliarem nas investigações do TPI, um órgão de Justiça sério e sem os desarranjos do presidente americano. O TPI expediu mandado de prisão desde novembro passado contra o criminoso primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, acusado de crimes de guerras e crimes contra a humanidade, por ocasião da ofensiva israelense em Gaza. Trump trabalhou os republicanos no Senado para aprovação de projeto de lei com sanções contra o tribunal, que desenvolve sua atividade com seriedade, mas não conseguiu aprovação. 


Por outro lado, os Estados Unidos, na era Trump, passaram a perseguir e intrometer na vida de outros países. Investiu pesado na Venezuela, quando invadiu Caracas e retirou da presidência Nicolas Maduro e sua esposa, conduzindo-os para prisão nos Estados Unidos, onde permanecem aguardando, certamente,  condenação. As próximas vítimas de Donald Trump são Cuba e Irã. Contra o governo cubano promoveu bloqueio da entrada de petróleo no país, causando verdadeiro apagão entre os cubanos. Mas Trump não se contenta com isso e seu próximo passo situa-se em retirar do poder o presidente cubano, apesar de não encontrar a mesma facilidade com a qual atuou em Caracas. A importunação a Cuba prossegue também com a tentativa de prender Raul Castro, irmão de Fidel Castro, que já conta com quase 90 anos de idade. A invasão de Cuba não será fácil como foi a Venezuela, porquanto o exército cubano é bem treinado e oferecerá resistência. Evidente que a força americana destroçará os defensores de Cuba, mas Trump terá o não reconhecimento dos líderes mundiais numa tentativa tão atroz. Outros países estão na mira de Donald Trump, inclusive o Brasil. A Argentina já foi conquistada com as benesses promovidas para o presidente Javier Milei. Espera-se que a intervenção no país vizinho limita-se ao domínio que ele exerce sobre o atual presidente.  


A verdadeira batalha que Trump encontrou pela frente reside no Irã, onde ele tem encontrado dificuldade para subjugar os iranianos, apesar de continuar acossando o governo e o povo. Até o momento ele não descobriu meios para invadir e dominar o país. As forças iranianas continuam manobrando o Estreito de Ormuz contra a vontade de Donald Trump. Além disso, o país é acusado de possuir armas nucleares e Trump continua na sua perseguição a Teerã, temendo os mísseis balísticos que o país possui. Outras nações que sofrem a interferência de Donald Trump são beneficiadas com somas astronômicas de recursos. É o que acontece com as ditaduras dos regimes egípcios e da Jordânia. Enfim, o terrorismo do presidente americano contra as nações no mundo continua, porque faz parte de planos de Trump para conquistar as nações planejadas por sua mente doentia.

Salvador, 24 de maio de 2026.

Antonio Pessoa Cardoso
Pessoa Cardoso Advogados. 


      



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