Relatos da imprensa americana indicam que Trump rompeu relações com Epstein em 2007, após comportamento inadequado do financista com uma adolescente em Mar-a-Lago. Trump nega envolvimento nos crimes e afirma ter se afastado antes das acusações públicas. A mostra também dedica um espaço às vítimas, com velas e painéis para depoimentos dos visitantes. Garrett critica o Departamento de Justiça por divulgar documentos sem proteger adequadamente nomes de vítimas, enquanto teria preservado identidades de possíveis cúmplices. Por isso, o acesso integral aos arquivos é restrito a jornalistas, congressistas e advogados das vítimas. Para os organizadores, a falta de transparência ameaça a democracia americana. A exposição fica em Nova York até 21 de maio e depois deve seguir para cidades como Washington.
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quarta-feira, 20 de maio de 2026
MOSTRA DESTACA RELAÇÃO ENTRE TRUMP E EPSTEIN
Em meio às galerias de Tribeca, em Nova York, uma exposição chama atenção: a “Sala Memorial de Leitura Donald Trump e Jeffrey Epstein”, onde as pessoas apresentam um QR Code e entram no local. O espaço reúne 3,5 milhões de páginas de arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA sobre Jeffrey Epstein, financista condenado por abuso sexual que morreu em 2019. A mostra foi criada pelo Institute for Primary Facts, organização sem fins lucrativos de Washington voltada à defesa da transparência pública. O endereço só é revelado 24 horas antes da visita, após cadastro online. Segundo David Garrett, fundador do instituto, a ideia surgiu porque os documentos liberados pelo governo não receberam a atenção pública necessária. A exposição busca pressionar por mais transparência e destacar a relação entre Trump e Epstein. Além dos arquivos, mais de 7 toneladas, há uma linha do tempo sobre a convivência dos dois, desde 1987, quando se tornaram vizinhos em Palm Beach, na Flórida. Em entrevista antiga à New York Magazine, Trump disse conhecer Epstein havia 15 anos e afirmou que era “muito divertido” estar com ele.
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