Radiotelescópios são fundamentais para estudar gases que dão origem a estrelas e planetas. Como as ondas de rádio têm comprimentos maiores, é necessário usar instrumentos gigantescos para obter imagens detalhadas do céu. Para superar essa limitação, astrônomos distribuem antenas menores por grandes áreas e combinam os dados para simular um telescópio enorme. Quanto maior a distância entre as antenas, maior a resolução das observações. O ngVLA substituirá dois sistemas atuais dos EUA, o Very Large Array e o Very Long Baseline Array, usando antenas menores, porém mais precisas. O diretor do Observatório Nacional de Radioastronomia, Tony Beasley, afirmou que o projeto busca um modelo “ideal” de antena. Outros projetos semelhantes também avançam pelo mundo, como o Square Kilometer Array, com instalações na África do Sul e Austrália. Esses sistemas permitirão observar regiões do céu invisíveis aos telescópios do hemisfério norte. Para os astrônomos, a nova geração de radiotelescópios ajudará a construir uma visão mais completa do universo ao combinar dados de diferentes tipos de luz.
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