Por mais de 24 horas, Irã e Estados Unidos tentaram localizar um militar americano que havia se ejetado sobre território iraniano. O coronel caiu de paraquedas em uma região montanhosa e precisou se esconder para sobreviver. O Exército iraniano afirmou ter usado um novo sistema de defesa aérea para derrubar um caça dos EUA, além de outras quatro aeronaves. Donald Trump disse que o Irã “teve sorte” e que temeu uma possível armadilha durante o resgate. A confirmação do sucesso da operação veio apenas na manhã de domingo (5). A missão mobilizou aviões, helicópteros e centenas de militares. Segundo o New York Times, o coronel ficou ferido ao se ejetar do F-15. Mesmo assim, caminhou e escalou uma montanha de cerca de 2.000 metros para se proteger. Armado apenas com uma pistola, ele se escondeu em uma caverna. De lá, conseguiu enviar sinais com sua localização. Ele permaneceu escondido desde a noite de sexta até sábado, quando foi resgatado.
A CIA localizou o militar e repassou as informações ao Pentágono. Antes disso, a agência espalhou desinformação dizendo que ele já havia sido resgatado. A estratégia desviou a atenção das forças iranianas. Enquanto isso, jatos americanos bombardearam tropas que se aproximavam da área. O resgate foi realizado por comandos SEALs da Marinha dos EUA, com apoio de helicópteros. O militar foi levado ao Kuwait, onde se recupera. Dezenas de aeronaves participaram da operação. O piloto do F-15 já havia sido resgatado antes, em missão mais rápida. Durante a ação, dois aviões C-130 tiveram problemas na decolagem. Eles foram abandonados e destruídos pelos próprios EUA. Os militares a bordo foram retirados por outras aeronaves. Imagens iranianas que mostram destroços podem ser desses aviões.
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