DEPUTADO NIKOLAS DESENTENDE COM FILHO DE BOLSONARO
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) voltou a trocar ataques com Jair Renan Bolsonaro (PL) nas redes sociais. A briga começou após críticas de um perfil de direita sobre sua atuação política. O comentário ironizou a troca de camiseta em vídeos e questionou seu apoio político em Minas Gerais. Também acusou Nikolas de favorecer aliados e trair o próprio partido. O deputado reagiu dizendo que enviaria emenda “para internar” os críticos. Jair Renan respondeu com ironia, usando um meme para provocá-lo. Em seguida, Nikolas atacou Renan e outro influenciador, chamando-os de incapazes. Renan rebateu com publicação de um aliado, acusando Nikolas de ingratidão à família Bolsonaro. O comentário dizia que ele teria buscado apoio no passado e agora se afastado. Dados mostram que Nikolas mencionou Flávio Bolsonaro poucas vezes recentemente. Isso reforçou críticas sobre falta de engajamento na campanha presidencial.
Desde 8 de abril, o egípcio Abdallah Montaser, 31, vive na área restrita do Aeroporto de Guarulhos com a esposa e dois filhos pequenos. A família foi impedida de entrar no Brasil e aguarda há 16 dias resposta sobre visto humanitário. Eles estão hospedados no hotel do aeroporto e não podem sair sem autorização. A companhia aérea paga a estadia da mulher e das crianças, mas não a de Montaser. Na sexta (24), a esposa, grávida de 34 semanas, foi levada ao hospital. Ela apresentou infecção urinária e sangue na urina, com risco de parto prematuro. Segundo Montaser, o atendimento médico foi solicitado antes, mas negado inicialmente. A remoção só ocorreu na manhã do dia seguinte. Ele afirma ter deixado o Egito em 2015 após condenação por protestos políticos. Ao chegar ao Brasil com visto de turista, teve a entrada barrada. A defesa diz que ele foi considerado “perigoso” com base em norma do Ministério da Justiça. A família nega irregularidades e teme deportação para o Egito, onde ele pode ser preso.
Um apresentador de podcast pergunta que direito seria retirado das mulheres, e o influenciador de ultradireita Nick Fuentes responde que acabaria com o direito ao voto feminino. O tema, embora pareça extremo, vem ganhando espaço em setores conservadores dos Estados Unidos. Grupos religiosos defendem ideias como “um voto por família”, decidido pelo marido. Pastores como Doug Wilson e Dale Partridge pregam a submissão feminina e criticam a participação política das mulheres. Partridge chegou a afirmar que mulheres votam de forma emocional e defendeu o fim da 19ª Emenda. Essa emenda garantiu o voto feminino e consolidou a democracia plena no país. Recentemente, o governo Trump propôs regras que dificultam o voto de mulheres casadas. Embora não revogue a emenda, a medida cria barreiras burocráticas. Discursos contra o voto feminino se espalham na chamada “machosfera” das redes sociais. Há também mulheres conservadoras que apoiam a perda desse direito, com base no patriarcado religioso. O debate surge em meio à responsabilização feminina por mudanças sociais e políticas. Nos EUA, mulheres tendem a votar mais em candidatos do Partido Democrata.
DELEGADO É ENCONTRADO MORTO
O delegado Mikhail Rocha e Menezes, 46 anos, da Polícia Civil do DF, foi encontrado morto na manhã de ontem, 24, em sua casa, em Goiânia (GO). Ele havia sido preso no ano passado após atirar contra três mulheres, mas respondia ao processo em liberdade, sob monitoramento eletrônico. O policial também estava em acompanhamento psiquiátrico e afastado das funções na corporação. O caso ocorreu em 16 de janeiro de 2025, no Condomínio Santa Mônica, em São Sebastião. Na ocasião, ele atirou contra a companheira e a empregada doméstica da família. Depois, seguiu até o Hospital Brasília, no Lago Sul, levando o filho ferido. No hospital, exigiu atendimento imediato para a criança. Ao ser abordado pela enfermeira-chefe, reagiu com novos disparos. A profissional também foi baleada durante a confusão. Após o crime, o delegado fugiu com o filho no carro. Ele foi preso enquanto dirigia, ainda com a criança ferida no veículo. Desde então, respondia ao processo fora da prisão.
SUSPENSA DECISÃO QUE BARRAVA VENDA DE IMÓVEIS DO BRB
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, suspendeu decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) que barrava a venda de imóveis públicos para socorrer o Banco de Brasília (BRB). Segundo o ministro, a suspensão da lei causava “grave lesão à ordem administrativa”. Ele afirmou que a medida impedia a execução de política pública definida pelos Poderes Executivo e Legislativo. Também haveria risco à ordem econômica e ao interesse público. Fachin destacou o papel central do BRB no sistema financeiro do DF. O banco atua no pagamento de servidores, gestão de depósitos e concessão de crédito. Com a decisão, volta a valer a lei distrital sancionada em março. A norma permite usar bens públicos para capitalizar o banco. Também autoriza operações financeiras e alienação de ativos. A previsão é viabilizar captação de até R$ 6,6 bilhões. A decisão é liminar e vale até análise do TJDFT. O caso ainda será avaliado pelo plenário do STF, com manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
DELEGADO É ENCONTRADO MORTO
O delegado Mikhail Rocha e Menezes, 46 anos, da Polícia Civil do DF, foi encontrado morto na manhã de ontem, 24, em sua casa, em Goiânia (GO). Ele havia sido preso no ano passado após atirar contra três mulheres, mas respondia ao processo em liberdade, sob monitoramento eletrônico. O policial também estava em acompanhamento psiquiátrico e afastado das funções na corporação. O caso ocorreu em 16 de janeiro de 2025, no Condomínio Santa Mônica, em São Sebastião. Na ocasião, ele atirou contra a companheira e a empregada doméstica da família. Depois, seguiu até o Hospital Brasília, no Lago Sul, levando o filho ferido. No hospital, exigiu atendimento imediato para a criança. Ao ser abordado pela enfermeira-chefe, reagiu com novos disparos. A profissional também foi baleada durante a confusão. Após o crime, o delegado fugiu com o filho no carro. Ele foi preso enquanto dirigia, ainda com a criança ferida no veículo. Desde então, respondia ao processo fora da prisão.
Salvador, 25 de abril de 2026.
Antonio Pessoa Cardoso
Pessoa Cardoso Advogados.
Nenhum comentário:
Postar um comentário