A embaixada do Irã na África do Sul publicou no X uma montagem que ironiza o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A imagem, gerada por inteligência artificial, mostra Trump dentro de um carrinho de serviço, com a legenda de que ele “em breve estará escondido em uma lata de lixo”. A publicação faz referência à operação americana para retirar Trump da Turquia após uma ameaça considerada crível e iminente. Segundo relatos, o presidente teria trocado de avião secretamente e sido transportado em um contêiner de serviço. O mesmo perfil iraniano divulgou outra montagem, classificando a imagem como “realidade”. Ao lado, apareceu Trump vestido com uniforme militar e armado, apresentada como “propaganda”. A imprensa estatal do Irã também ironizou o episódio, classificando a troca de aeronave como uma humilhação. A ameaça ocorreu durante a visita de Trump a Ancara para a cúpula da Otan.
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sábado, 15 de agosto de 2026
IRÃ IRONIZA TRUMP
A embaixada do Irã na África do Sul publicou no X uma montagem que ironiza o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A imagem, gerada por inteligência artificial, mostra Trump dentro de um carrinho de serviço, com a legenda de que ele “em breve estará escondido em uma lata de lixo”. A publicação faz referência à operação americana para retirar Trump da Turquia após uma ameaça considerada crível e iminente. Segundo relatos, o presidente teria trocado de avião secretamente e sido transportado em um contêiner de serviço. O mesmo perfil iraniano divulgou outra montagem, classificando a imagem como “realidade”. Ao lado, apareceu Trump vestido com uniforme militar e armado, apresentada como “propaganda”. A imprensa estatal do Irã também ironizou o episódio, classificando a troca de aeronave como uma humilhação. A ameaça ocorreu durante a visita de Trump a Ancara para a cúpula da Otan.
JOGADOR É CONDENADO A 21 ANOS, APESAR DE MP PEDIR ABSOLVIÇÃO
O clube afirmou que tomou conhecimento da decisão e não comentará detalhes por se tratar de processo sob sigilo. O Athletico ressaltou que a sentença é de primeira instância e está sujeita a recurso. O clube disse ainda que não participa do processo e respeitará seu regular andamento. A defesa recebeu a condenação com “absoluta surpresa” e destacou que o MP havia pedido a absolvição. Os advogados afirmaram que a sentença não é definitiva e recorrerão ao Tribunal de Justiça do Paraná. A defesa também ressaltou a presunção de inocência até o julgamento dos recursos. Os advogados disseram confiar no reexame do caso com rigor técnico e conforme as provas dos autos.
HOSPITAL DE BRINQUEDOS FATURA R$ 1,5 MILHÃO
Bonecas, carrinhos, pelúcias e videogames ganham uma segunda chance em São Paulo. Criado em 1937, o Hospital de Brinquedos começou como uma pequena oficina. Hoje, a empresa fatura R$ 1,5 milhão por ano e possui três unidades. As lojas ficam na Penha, no Brooklin e em São Caetano do Sul. O negócio conta atualmente com 35 funcionários, e os reparos são concentrados na matriz. Leandro Capelo Filho, da quarta geração da família, comanda a empresa. Com o tempo, a oficina se especializou na recuperação de brinquedos. O pai de Leandro criou o conceito de “hospital”, com funcionários vestidos de médicos. A proposta busca tornar o conserto mais divertido e menos traumático para as crianças. O atendimento inclui uma espécie de triagem dos “pacientes”. A empresa recebe desde brinquedos modernos até peças com cerca de 100 anos. Entre os produtos estão bonecas, pelúcias, carrinhos, videogames e joysticks.
Os clientes procuram o serviço para recuperar brinquedos de crianças e preservar lembranças da infância. Muitos objetos têm valor sentimental e pertencem às famílias há décadas. O ticket médio dos serviços é de aproximadamente R$ 200, com preços definidos caso a caso. Leandro estudou engenharia de produção e gestão de pequenas e médias empresas. A quarta geração modernizou a empresa com processos digitais e retirada dos brinquedos na casa dos clientes. O negócio mostra que restaurar brinquedos também significa preservar histórias e memórias. Assim, o Hospital das Bonecas, Brinquedos e Games mantém uma tradição familiar que atravessa gerações.
TRUMP QUER DECLARAR ESTREITO DE ORMUZ COMO TERRITÓRIO AMERICANO
Durante a guerra envolvendo EUA, Irã e Israel, Teerã afirmou ter fechado a passagem e passou a exigir autorização da Guarda Revolucionária para navios comerciais. O controle do estreito também é um dos principais pontos das negociações de paz. O Irã exige reconhecimento de sua soberania, enquanto os EUA defendem a livre circulação. Trump também afirmou à Fox News que os EUA pretendem atingir o Irã com força na área econômica. A declaração ocorreu um dia após o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, dizer que Washington prepara medidas contra Teerã que, segundo ele, “nunca foram vistas”. As novas ações econômicas podem ser anunciadas já na próxima semana.
SENADOR É SUSPEITO DE INTERFERIR EM INVESTIGAÇÃO EM SÃO LUÍS
A Polícia Federal identificou comunicações reiteradas entre o senador Weverton Rocha (PDT-MA) e o ministro do STJ Humberto Martins. Os contatos ocorreram entre janeiro de 2023 e outubro de 2025, quando Martins relatava investigação sobre um homicídio em São Luís. A PF suspeita que o senador tenha tentado interferir no inquérito. O caso apura se a morte do empresário João Bosco Sobrinho teve relação com suposta cobrança de propina. A investigação envolve Daniel Brandão, presidente do TCE-MA e sobrinho do governador Carlos Brandão. Segundo a PF, o governador também é investigado por suspeita de liderar uma organização criminosa ligada ao caso. O órgão apura ainda possíveis desvios de emendas parlamentares e contratos públicos no Maranhão. O processo está atualmente sob responsabilidade do ministro Flávio Dino, no STF, devido às suspeitas envolvendo Weverton.
MANCHETES DE ALGUNS JORNAIS DE HOJE, 15/08/2026
CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
Nem Mendonça nem qualquer ministro do STF possui prerrogativa legal para escolher delegados em um inquérito policial
Constituição e Código de Processo Penal garantem autonomia à Polícia Federal para formar equipes de investigação; atuação de magistrados se restringe a autorizar diligências
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
A chance dos EUA fazerem operações terrestres no Brasil na visão da cúpula militar
FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
Solicitações de certidão brasileira para menores nascidos nos EUA disparam
Motivos variam, desde pais com medo de serem deportados e separados dos filhos até necessidade de visto para viajar De 2021 a 2025, houve crescimento de 271,7% dos pedidos do registro de nascimento nos 11 consulados brasileiros
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
Aplicação de reciprocidade contra os EUA amplia risco de tarifas mais altas, diz economista
Vale considera que é possível uma reação “bastante negativa” por parte dos americanos, na esteira de um cenário político desafiador
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
Venezuela anuncia libertação de 131 presos políticos
Medida é um sinal de progresso nas negociações entre oposição e governo, apoiadas pelos EUA, buscando uma transição política no país
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
Montenegro puxa dos galões, promete continuar a baixar IRS e assume objetivo de subir salário mínimo e médio
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
RADAR JUDICIAL
TRUMP ACUSA UNIVERSIDADE, MAS PERDE NA JUSTIÇA
Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou ontem, 13, uma ação do governo Donald Trump contra a Universidade Harvard. A gestão acusava a instituição de não proteger estudantes judeus e israelenses de ataques antissemitas. O juiz Richard Stearns afirmou que não foram comprovadas violações contínuas da legislação pela universidade. Segundo ele, as principais acusações se referiam a protestos contra a guerra de Israel em Gaza, em 2023 e 2024. Os poucos incidentes posteriores, em março de 2025, foram considerados “isolados e esporádicos”. Para o magistrado, não havia provas suficientes de novas falhas após junho de 2025. Naquele período, o governo havia acusado Harvard de violar a Lei dos Direitos Civis de 1964. A legislação proíbe discriminação por raça, cor e origem nacional em programas com recursos federais. A ação fazia parte do crescente confronto entre Trump e universidades de elite dos Estados Unidos. O governo buscava recuperar bilhões de dólares em subsídios concedidos a Harvard. A universidade negou as acusações e afirmou condenar o antissemitismo em seu campus. A gestão Trump ainda pode recorrer da decisão judicial.
"IA TRAZ BENEFÍCIOS, MAS TAMBÉM RISCOS"
O senador americano Bernie Sanders divulgou uma carta dirigida a Sam Altman, da OpenAI, Mark Zuckerberg, da Meta, e Dario Amodei, da Anthropic, propondo uma pausa no desenvolvimento da inteligência artificial. Sanders afirmou que, caso as empresas não adotem medidas adequadas, ele e outros senadores poderão agir por meio do Congresso. Aos 85 anos, o senador progressista mantém sua atuação em defesa da democracia e de minorias nos Estados Unidos. Para ele, o avanço da IA exige limites e regras capazes de proteger a sociedade. A corrida tecnológica, científica e geopolítica pela inteligência artificial levanta dúvidas sobre seus impactos e riscos. O progresso não pode ser considerado positivo se colocar a própria humanidade em perigo. Recentemente, cerca de 200 cientistas, incluindo 17 ganhadores do Nobel, divulgaram o manifesto “Precisamos Agir Agora”. A iniciativa, liderada por Erik Brynjolfsson, da Universidade Stanford, alerta que a IA poderá provocar mudanças maiores e mais rápidas que as da Revolução Industrial. Os cientistas defendem uma transição econômica que permita aproveitar os benefícios da tecnologia sem ignorar seus riscos. Brynjolfsson propõe que a IA deixe de competir diretamente com o trabalhador e passe a atuar como ferramenta complementar ao ser humano. O debate também envolve produtividade, salários, redução de custos e os efeitos da automação sobre a economia. Sanders, porém, chama atenção para um risco ainda mais grave: o uso da IA para criar vírus potencialmente perigosos.
TESTES MOSTRAM QUE AGENTES DE "IA" ACESSAM RECURSOS NÃO AUTORIZADOS
Episódios recentes em testes de segurança mostram que agentes de inteligência artificial podem acessar recursos não autorizados e agir de maneira inesperada. Em pelo menos quatro casos, sistemas escaparam de ambientes controlados sem supervisão direta dos desenvolvedores. Agentes da OpenAI acessaram o Hugging Face, plataforma colaborativa de IA e desenvolvimento de software. Outro episódio envolveu sistemas da Anthropic, criadora do Claude. Segundo Michele Nogueira, da UFPR, o treinamento em cibersegurança permite que modelos executem ações complexas durante testes. Ela ressalta, porém, que comportamentos maliciosos não significam que a IA tenha consciência ou vontade própria. Os sistemas produzem respostas e ações com base em treinamento, comandos e configurações tecnológicas. A OpenAI afirma que testes independentes são importantes para avaliar o comportamento dos modelos. A empresa também diz que os incidentes ocorreram em ambientes de avaliação, diferentes do uso cotidiano. A Anthropic defende padrões mais robustos e compartilhados para ambientes de testes. Nogueira aponta ainda limitações dos modelos, dados incompletos, instruções ambíguas e falhas de configuração. A Meta informou que um de seus modelos acessou a internet sem autorização durante um teste de cibersegurança. A empresa atribuiu o episódio a uma falha de configuração em uma empresa independente de testes.
JUIZ É AFASTADO EM PROCESSO DE FALÊNCIA
A Corregedoria Nacional de Justiça afastou o juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, responsável pelo processo de falência do Banco Santos. A decisão ocorreu após a divulgação de uma gravação em que o magistrado sugere aos herdeiros do ex-controlador da instituição, Edemar Cid Ferreira, que vendessem suas participações ao Banco Master, de Daniel Vorcaro. O afastamento foi determinado pelo corregedor-nacional de Justiça e ministro do STJ, Mauro Campbell. A suspensão é por tempo indeterminado. O caso deverá ser analisado pelo plenário do CNJ na próxima terça-feira (18). Na gravação, publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, o juiz propõe um acordo para encerrar a falência e recomenda a troca de advogados dos herdeiros. A conversa teria ocorrido em agosto de 2024. Oliveira Filho negou irregularidades e afirmou que sempre tratou as partes de forma igualitária. A Apamagis, associação que representa magistrados paulistas, divulgou nota de repúdio à gravação. A entidade afirmou que a divulgação de diálogos gravados de forma clandestina pode constranger magistrados e ameaçar a independência do Judiciário.
"IA" PODE ACRESCENTAR R$ 1 TRILHÃO À ECONOMIA
A inteligência artificial pode acrescentar quase R$ 1 trilhão à economia brasileira entre 2027 e 2030, segundo estudo do Reglab (Centro de Estratégia e Regulação). A estimativa aponta ganho de R$ 986,7 bilhões em valor presente, equivalente a 7,6% do PIB projetado para 2026.
EXPORTAÇÕES DE CALÇADOS CAEM PELA PRIMEIRA VEZ
Pela primeira vez desde pelo menos 1997, o Brasil registrou déficit na balança comercial de calçados em julho. O país importou US$ 66 milhões em chinelos, sandálias e sapatos, contra US$ 62 milhões exportados. Entre janeiro e julho, as importações somaram US$ 373 milhões e cerca de 30 milhões de pares, alta de 10% sobre 2025. No mesmo período, as exportações tiveram queda de 18% em receita. Os dados foram compilados pela Abicalçados com base em informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A entidade atribui o resultado à redução das vendas para os Estados Unidos e a Argentina, principais mercados do setor. Também houve aumento da entrada de calçados baratos produzidos na China, Vietnã e Indonésia. Segundo a Abicalçados, as importações não refletem expansão do mercado interno, mas ocupam espaço que poderia ser atendido pela indústria brasileira. Entre janeiro e julho, as compras de calçados chineses chegaram a US$ 31 milhões, equivalentes a 10 milhões de pares. O valor aumentou 13% e o volume cresceu 26,8% em relação ao mesmo período de 2025. Vietnã e Indonésia também ampliaram suas receitas com vendas ao Brasil. Enquanto isso, as exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 25% em receita. Os EUA representam cerca de um quinto do valor exportado pelo setor calçadista brasileiro. Para a Argentina, a queda foi ainda maior, chegando a 58%.