Após Donald Trump afirmar que os EUA vão administrar a Venezuela e seus recursos, o American Petroleum Institute disse acompanhar de perto os impactos no mercado global de energia. A entidade mantém ligação histórica com o Partido Republicano e financiou campanhas conservadoras e republicanas em 2024. O instituto também atuou no lobby por leis que facilitam licenciamentos para petróleo e minerais críticos. Antes da eleição, Trump pediu US$ 1 bilhão ao setor; as empresas doaram cerca de US$ 220 milhões. Após assumir, Trump liberou perfurações, afrouxou regras ambientais, cortou impostos e nomeou empresários do setor para o governo. Desde os anos 1990, mais de dois terços das doações do setor foram para republicanos, com forte influência política. Em 2016, Trump revogou regras de transparência sobre pagamentos externos; o secretário de Estado era Rex Tillerson, ex-ExxonMobil.
A maior operação militar dos Estados Unidos na América Latina desde a invasão do Panamá, em 1989, gerou forte reação internacional. A captura do líder venezuelano Nicolás Maduro foi amplamente condenada por governos da América do Sul, com exceção do presidente argentino Javier Milei, que apoiou a ação. O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e líderes como Gustavo Petro, da Colômbia, classificaram a intervenção como uma violação da soberania e do princípio da autodeterminação dos povos. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, citou a Carta da ONU para condenar o uso da força. A Organização das Nações Unidas declarou-se “profundamente alarmada” e alertou para um precedente perigoso, anunciando uma reunião do Conselho de Segurança, embora sem expectativa de resolução devido ao veto dos EUA.
No Chile, Gabriel Boric pediu uma solução pacífica e rejeitou a ingerência estrangeira, enquanto o presidente eleito José Antonio Kast criticou Maduro, mas mencionou o respeito ao direito internacional. Em Cuba, Miguel Díaz-Canel acusou os EUA de “terrorismo de Estado” e conclamou a união latino-americana. Na Europa, as reações foram cautelosas. Emmanuel Macron defendeu uma transição política na Venezuela, enquanto líderes da União Europeia pediram moderação. Rússia e China condenaram duramente a ação militar. Nos Estados Unidos, opositores de Donald Trump criticaram a intervenção, e protestos ocorreram em Nova York contra a prisão de Maduro.

ADVOCACIA PREDATÓRIA
MADURO SERRÁ JULGADO POR TRÁFICO DE DROGAS

Sam Terblanche, estudante de 20 anos da Universidade Columbia, começou a passar mal após ir a uma partida de futebol em setembro de 2023. Com dor de cabeça, calafrios e vômitos, procurou duas vezes o pronto-socorro do Mount Sinai Morningside em menos de 24 horas. Em ambas as visitas, recebeu alta com diagnóstico de “síndrome viral aguda” e orientações básicas. 
