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terça-feira, 3 de março de 2026

EM UM ANO DE GOVERTNO TRUMP PROPAGA GUERRA NO MUNDO

https://f.i.uol.com.br/fotografia/2026/03/02/177248379469a5f4d22312f_1772483794_3x2_th.jpgO ataque conjunto de Estados Unidos e Israel contra o Irã, no último fim de semana, foi a sétima intervenção externa do governo de Donald Trump desde sua volta à Casa Branca, em janeiro do ano passado. Em casos como Iraque e Somália, o republicano ampliou ações herdadas. Em outros, como Venezuela, lançou intervenções inéditas e de resultado incerto. A política externa do segundo mandato contradiz o discurso de encerrar as “guerras inúteis”. Após meses de ameaças, Trump ordenou o ataque que matou o líder supremo Ali Khamenei e integrantes da cúpula, como Aziz Nasirzadeh, Sayyid Abdolrahim Mousavi e Mohammad Pakpour. O presidente disse que a ofensiva buscou defender os EUA e impedir que Teerã obtenha arma nuclear. O regime afirma que seu programa atômico é pacífico. Em 3 de janeiro, forças americanas capturaram Nicolás Maduro e Cilia Flores sob acusações de tráfico. A ação deixou cerca de 80 mortos. A interina Delcy Rodríguez passou a cooperar com Washington. O país reduziu o controle estatal sobre o petróleo e libertou presos políticos, embora a cúpula do regime siga intacta. 

Na Síria, os EUA realizaram cerca de 80 operações após a queda de Bashar al-AssadApós ataque em Palmira, Washington culpou o Estado Islâmico e, com apoio da Jordânia, ampliou bombardeios contra dezenas de alvos. Na Nigéria, bombardeios em 2025 atingiram 16 alvos terroristas após tensões sobre liberdade religiosa. No Iraque, os EUA mantiveram a retirada de tropas, mas realizaram ações contra o Estado Islâmico, incluindo a morte de Abu Khadijah. Na Somália, houve 126 operações em 2025 contra o al-Shabaab e o EI-Somália, que permanecem ativos. No Iêmen, a ofensiva contra rebeldes houthis superou 800 alvos e custou mais de US$ 1 bilhão.

 

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