O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que Israel reverta a decisão de proibir o acesso de 37 organizações humanitárias internacionais à Faixa de Gaza. Segundo a ONU, essas ONGs são essenciais para o trabalho humanitário que salva vidas, e a suspensão ameaça os frágeis avanços do cessar-fogo. Israel justificou a medida após as organizações se recusarem a fornecer listas de funcionários palestinos ao governo israelense. A abusada medida do governo de Israel impede até mesmo ao secretário-geral da ONU de entrar em Gaza. A ONU alertou que a decisão agravará ainda mais a crise humanitária em Gaza. Entre as entidades proibidas estão Médicos Sem Fronteiras, CARE, Oxfam, World Vision e o Conselho Norueguês para os Refugiados. As ONGs devem encerrar suas atividades até 1º de março e afirmam que as exigências violam o direito humanitário e sua independência. Israel afirma que a nova regulamentação visa impedir o apoio ao terrorismo. Uma trégua frágil vigora em Gaza desde outubro, após o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023. Autoridades locais estimam que mais de 70 mil pessoas morreram desde o início da guerra.
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