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quinta-feira, 12 de março de 2026

VORCARO PODERÁ DELATAR

URGENTE! Caso Master pode ser enterrado essa semana. Vorcaro vai DELATARNos bastidores de Brasília, políticos do centrão passaram a se mobilizar para tentar a libertação do banqueiro Daniel Vorcaro na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A movimentação ocorre diante do temor de que o avanço das investigações leve Vorcaro a optar por uma delação premiada. Nesse tipo de acordo, ele poderia colaborar com investigadores em troca de benefícios, como redução de pena em caso de condenação. Ao prestar depoimentos, o banqueiro teria de revelar o que sabe e poderia citar outras pessoas envolvidas, inclusive políticos. A principal preocupação de grupos do centrão é que, se permanecer preso por muito tempo, Vorcaro decida colaborar e exponha relações políticas e financeiras. Nesta quinta-feira (12), a defesa do banqueiro negou que ele esteja negociando delação. Vorcaro foi preso no dia 4 por ordem do ministro André Mendonça, que herdou de Dias Toffoli a relatoria do caso Master no STF. Ele está isolado em uma cela de presídio federal de segurança máxima em Brasília. Amanhã, 13, a Segunda Turma do STF começa a julgar se o banqueiro deve continuar preso. Os ministros vão analisar a decisão de Mendonça, que apontou risco para a ordem pública e para as investigações.

Segundo relatos, interlocutores políticos passaram a mapear votos dentro da Segunda Turma. Nos bastidores, há articulações para tentar construir maioria favorável à soltura do banqueiro. Um fator importante surgiu na noite de ontem, 11. O ministro Dias Toffoli se declarou suspeito para analisar a decisão que levou à prisão de Vorcaro. Com a saída de Toffoli, a Segunda Turma passa a julgar o caso com quatro ministros. Nesse cenário, um eventual empate favorece o réu. Isso poderia resultar na libertação do banqueiro. Além de Mendonça, integram a Segunda Turma os ministros Gilmar Mendes, Nunes Marques e Luiz Fux. Na estratégia inicial do centrão, quando Toffoli ainda era considerado, seria necessário obter três dos cinco votos. Como Mendonça autorizou a prisão, a expectativa recai sobre os demais ministros. No Supremo, porém, a avaliação é que ainda não há um termômetro claro sobre o resultado. A única posição pública até agora é a do relator André Mendonça.

 

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