É intrigante, revoltante e incompreensível a política assassina desenvolvida pelas autoridades israelenses, através dos tempos. Brincam com matar e o mundo aceita essa ignomínia como normal. Depois de matar boa parte da liderança do Irã, chefiada pelo aiatolá Ali Khamenei, o ministro da Defesa de Israel sai a campo para anunciar que vai matar qualquer líder escolhido para continuar na chefia do governo iraniano. Nessa campanha assassina, Israel destruiu um edifício, onde estava reunida a Assembleia dos Especialistas, composta pela liderança do Irã. Khamenei comandou o país por décadas e já com seus 86 anos foi assassinado pelo governo criminoso de Israel. É pouco caso com a vida humana, tratada como se fosse um animal selvagem. Essa tem sido, através dos tempos, a política dos israelenses que sobrevivem usando o terror e matando quem atravessar nas suas pretensões de continuar na carnificina inexplicável. Quem bem sabe explicar esse cenário são os habitantes de Gaza, perseguidos inclementemente pelos israelenses.
Os Estados Unidos, através do imprevisível Donald Trump, vai na rabeira apoiando tudo o que Israel programa. Foi para matar pretensos inimigos, Trump autoriza os militares americanos para matar e não encontra repúdio junto aos republicanos que batem palmas para o instinto animalesco do seu presidente. É uma ameaça que o mundo livre pode e deve posicionar-se. Para os brutamontes assassinos, nem é preciso que o país vítima tenha iniciado qualquer guerra, nem importa suas idéias, basta suspirar com alguma manifestação de desagrado para que os criminosos e os tenebrosos recursos da guerra passam a ser usados. A comemoração acontece com Donald Trump ameaçando o mundo, infundindo medo nos próprios aliados. Agora mesmo insurge contra a Espanha, simplesmente porque o país não autorizou a montagem de armamentos de guerra para Trump usá-los para matar. A carnificina instaurada por Israel, que conta com apoio incondicional dos Estados Unidos, alastra-se para a vizinha Beirute, causando indagação sobre se esse país não terá o mesmo destino de Gaza. Boa parte dos habitantes de Beirute está deixando o país, porque o primeiro ministro israelense Netanyahu amedronta os moradores com a fúria de bombas, seguidas de muitas mortes.
O Irã anunciou que controla o estreito de Hormuz, por onde passam as embarcações, num percentual de mais de 20%, com carregamentos de petróleo. Bastou para o enfurecido e desalmado Donald Trump tomar conhecimento dessa afirmação e, na sequência, assegurar que vai garantir a passagem de petroleiros, usando a Marinha americana. O resultado desse enfrentamento ainda não aconteceu, mas certamente haverá muitas mortes que não são contabilizadas nas anotações de Trump, mesmo porque o presidente americano preocupa-se somente em espezinhar todos aqueles que não seguem suas orientações. Esse homem mau que assumiu a presidência dos Estados Unidos, pela segunda vez, só tem disseminado o ódio. Pobres os que seguem sua liderança, porque o mau domina por algum tempo, mas não permanece por todo o tempo.
Salvador, 8 de março de 2026.
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