Durante o julgamento, a Procuradoria italiana defendeu a anulação da extradição ao considerar que a participação do ministro Alexandre de Moraes comprometeu a imparcialidade do processo, apesar de a ação ter sido relatada pelo ministro Gilmar Mendes. A defesa sustentou que Moraes não deveria integrar o julgamento devido ao seu papel no primeiro processo contra Zambelli. O advogado brasileiro contestou esse entendimento, afirmando que Moraes teve atuação secundária nesse caso. Se a extradição for autorizada no final do novo processo, Zambelli cumprirá pena na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia. A audiência na Corte de Cassação durou cerca de uma hora e meia e ocorreu a portas fechadas, sem a presença da ex-deputada.
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