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sábado, 18 de julho de 2026

EUA ATACAM IRÃ QUE REVIDA


Os Estados Unidos voltaram a atacar o Irã ontem, 17, atingindo pontes e infraestrutura militar no sul do país. Em resposta, Teerã lançou ataques contra uma usina de energia e dessalinização no Kuwait, ampliando a escalada após o fracasso do cessar-fogo firmado em junho. No Golfo Pérsico, fuzileiros navais dos EUA abordaram um petroleiro próximo ao Estreito de Ormuz, enquanto outra embarcação foi apreendida perto do Iêmen. A Guarda Revolucionária também afirmou ter atacado um navio de bandeira tailandesa no estreito. A tensão elevou os preços do petróleo Brent em cerca de 3%, reforçando preocupações sobre o abastecimento global de energia. O presidente Donald Trump voltou a ameaçar novos ataques ao Irã, sem descartar uma ofensiva terrestre. O assessor do líder supremo iraniano, Mohsen Rezaei, advertiu que o país iniciará operações ofensivas em grande escala caso os bombardeios americanos continuem. A ONU manifestou preocupação com os ataques à infraestrutura civil. Segundo o Comando Central dos EUA, a ofensiva busca enfraquecer a capacidade militar iraniana.

Explosões foram registradas em diversas cidades iranianas. Pelo menos cinco pontes foram atingidas, deixando mortos e feridos, segundo autoridades locais. O chanceler Abbas Araqchi prometeu que o Irã responderá aos ataques. Teerã também anunciou ofensivas contra países do Golfo que abrigam bases americanas, incluindo Bahrein, Catar e Kuwait, além de um navio dos EUA no Oceano Índico. No Kuwait, uma usina de energia e dessalinização foi atingida, provocando incêndio, danos materiais e interrupção na geração de eletricidade. O Exército informou ainda que interceptou mísseis e drones iranianos e confirmou apenas danos materiais e alguns militares feridos. O conflito voltou a se intensificar desde 7 de julho, quando o acordo de cessar-fogo entrou em colapso, reacendendo o risco de uma guerra de maiores proporções no Oriente Médio.

 

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