Também permanece parada no Senado a PEC da Segurança, aprovada pela Câmara em março, que busca estruturar o Sistema Único de Segurança Pública. Em ano eleitoral, a pauta tende a perder espaço. Na Câmara, o projeto sobre misoginia segue sem consenso, sobretudo pela resistência de partidos de direita à tipificação do crime, o que dificulta ainda mais sua tramitação. O semestre também foi marcado pelo fracasso de CPIs, como as do INSS e do Crime Organizado, que terminaram sem relatório final. A CPI do Banco Master não avançou, e a indicação de Jorge Messias ao STF gerou novo atrito entre Alcolumbre e o presidente Lula. Enquanto isso, o Supremo permanece há mais de dez meses com uma vaga aberta. Diante desse cenário, cresce o ceticismo sobre a capacidade do Congresso de resolver tantas pendências em apenas nove dias de trabalho.
Nenhum comentário:
Postar um comentário