O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assumiu o governo prometendo paz e até pleiteando o título de Nobel da Paz. Não demorou muito para mostrar sua verdadeira face de destruidor, criminoso e responsável pelas guerras no mundo atual, qualificações incompatíveis com a de título Nobel de Paz. Em pouco mais de um ano já não se pode pensar em conferir outro título que não seja o de criminoso para o presidente americano. Aliás, antes mesmo de ser eleito, ele já respondia a processos e só não foi preso, porque conseguiu dilatar prazos até assumir o cargo e consequente paralisação das ações criminais. Àqueles que não se dobram à empreitada de Trump têm merecido xingamentos de covarde, além de outras ofensas sórdidas, como ocorre com a liderança da Europa que não aplaude a guerra, sem sentido, promovida pelo presidente americano contra o Irã. O premiê britânico Keir Starmer e o presidente francês Emmanuel Macron têm sido o esteio contra atendimento aos pedidos de Trump no sentido de participar do seu instinto criminoso de matar. As brutalidades contra tudo e contra todos são direcionadas para aqueles que não rezam pela sua cartilha e é uma constante na vida do dirigente americano. A verborragia de Donald Trump direcionou-se para forçar a reabertura do Estreito de Ormuz, fixando prazo para essa providência.
As bravatas e o tom guerrilheiro de Donald Trump tem contribuído para distanciamento da Europa, vez que há interesses divergentes em jogo. Enquanto o americano prega a guerra, o europeu quer a paz. Nesse quadro, o mundo teme pelos efeitos de uma guerra que, certamente, causará malefícios a todos. Todavia, Donald Trump não mede as consequências e embarcou no terreno das mentiras e estilo belicoso do primeiro ministro de Israel. Tal como Trump, nos Estados Unidos, Benjamin Netanyahu, responde a processos criminais em Israel. Assim que houver paz, Netanyahu vai enfrentar os tribunais israelenses e deverá ser preso, pelos crimes praticados. Desta forma é a vida desses dois líderes que não cansam de perseguir e de matar. Netanyahu acabou com a Palestina, e está destruindo o Líbano, mas seu alvo maior é exatamente o Irã. Os soldados israelenses são premiados pelo número de mortos que deixam na Palestina e no Líbano. Com esse quadra dantesco, o mundo assiste de camarote às atormentações de Donald Trump.
Agora, Donald Trump está propagando a mensagem de que os iranianos vão "viver no inferno", acaso não atendam às suas exigências, no sentido de reabrir o Estreito de Hormuz. E fixa até prazo, 21 horas desta terça-feira, para essa indecorosa e absurda revelação, imprópria para um chefe de governo. Mas Trump não tem o mínimo respeito pela vida humana, ainda mais de seus opositores. A resposta prudente oferecida pela liderança iraniana foi no sentido de encerrar qualquer comunicação com os Estados Unidos. E o mundo assiste extasiado às estúpidas acometidas de Donald Trump; evidente que os republicanos mantém silêncio sepulcral, porquanto até mesmo a candidatura de Trump foi imposição do estúpido Donald Trump. O partido teve de aceitar à candidatura e não houve questionamento.
Enfim, é o tipo de liderança que temos, comandando o país mais poderoso do mundo.
Salvador, 7 de março de 2026.
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