No domingo (29), Trump demonstrou solidariedade à população cubana afetada pela crise. Ele afirmou que não se opõe a que outros países enviem petróleo à ilha. O Kremlin disse que o tema foi discutido com autoridades americanas. O porta-voz Dmitri Peskov afirmou que apoiar países amigos é um dever da Rússia. Ele destacou satisfação com a chegada do combustível a Cuba. Analistas avaliam que a carga pode garantir algumas semanas de abastecimento. Peskov indicou que novos envios não estão descartados. Segundo ele, a situação “desesperadora” em Cuba motiva a continuidade da ajuda. Trump também elevou o tom ao sugerir possível ação militar contra Cuba. Ele declarou que poderia usar força após a guerra no Irã. O presidente afirmou que “Cuba é a próxima”, em fala durante conferência. O secretário de Estado, Marco Rubio, defendeu mudanças no sistema político cubano. Segundo ele, a economia do país depende de reformas no governo. Autoridades cubanas reagiram com firmeza às declarações dos EUA. O vice-chanceler Carlos Fernández de Cossio disse que o país se prepara para possível agressão. Ele afirmou que o Exército está pronto para defesa. Apesar disso, Cuba diz estar aberta a negociações com Washington. O governo cubano espera evitar uma escalada militar.
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