Pesquisar este blog

terça-feira, 7 de abril de 2026

ISRAEL ATACA IRÃ QUE AMEAÇA INTERROMPER FLUXO DE PETRÓLEO


Horas antes de expirar o ultimato de Donald Trump para reabertura do estreito de Hormuz, cresce o risco de escalada militar no Oriente Médio. Israel e Irã intensificaram ataques no dia de hoje, 7, atingindo usinas petroquímicas, ferrovias e a ilha estratégica de Kharg. A tensão eleva o temor de uma crise global de energia, principal arma de Teerã no conflito. 
A Guarda Revolucionária declarou que “o comedimento acabou” e ameaçou interromper o fluxo de petróleo e gás por anos. Trump adotou tom alarmista, sugerindo possível destruição em larga escala, mas também mencionando chance de solução positiva. Israel bombardeou pela segunda vez em dois dias instalações petroquímicas iranianas, incluindo uma usina em Shiraz. O Irã retaliou com mísseis e drones contra o complexo de Jubail, na Arábia Saudita, ainda sem confirmação de danos. Explosões também foram registradas na ilha de Kharg, responsável por 90% das exportações de petróleo iraniano. Os EUA afirmam ter atingido 50 alvos militares no local, mas uma ocupação seria arriscada. O cenário já impacta o mercado: ataques anteriores causaram pânico e alta nos preços de energia. Uma ofensiva iraniana ao terminal de GNL do Qatar retirou cerca de 20% da capacidade do país.

Após intervenção de Trump, Israel recuou temporariamente, estabilizando os preços. Israel sinaliza apoio a eventual ataque americano caso negociações fracassem até o prazo final. As Forças de Defesa israelenses alertaram civis iranianos a evitarem trens, indicando risco de novos ataques. Infraestruturas ferroviárias já foram atingidas, com mortes registradas. Trump ameaça atacar infraestrutura civil caso Hormuz permaneça fechado. O Irã mobiliza a população: milhões se voluntariaram e há chamados para proteger instalações estratégicas. A região reage com cautela — a Arábia Saudita fechou ligação com o Bahrein por temor de ataques. Teerã também ameaça atingir usinas de dessalinização, essenciais no Oriente Médio. Negociações seguem com mediação do Paquistão e interesse direto da China. Autoridades americanas afirmam que objetivos militares foram alcançados e ainda apostam em acordo. Já fontes iranianas demonstram pessimismo e ameaçam bloquear rotas alternativas de petróleo. Trump tem histórico de recuar em ultimatos, embora mantenha retórica agressiva. Ele admite possíveis acusações de crimes de guerra caso ataque alvos civis. Segundo ONG iraniana, o conflito já deixou cerca de 3.600 mortos, incluindo 1.665 civis. A guerra se amplia na região, com novos bombardeios também registrados no Líbano. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário