Escândalo expõe nomes ligados a Jeffrey Epstein, preso por abuso e tráfico sexual de menores. Resumo produzido pela LE.IA, do Estadão. Uma série de documentos que citavam o presidente dos EUA, Donald Trump, em um suposto caso de abuso sexual envolvendo uma menor teriam sido retirados dos arquivos do Caso Epstein divulgados no fim de janeiro pelo governo americano, segundo a National Public Radio (NPR). De acordo com a NPR, os arquivos incluíam entrevistas e anotações que mencionavam Trump em acusações relacionadas ao caso. A investigação aponta que mais de 50 páginas de entrevistas com o FBI e outros registros teriam sido “escondidos”. A emissora afirmou ter revisado números de série antes e depois das páginas ausentes e identificou que documentos listados como divulgados não apareciam na base de dados. Entre os relatos, uma mulher acusa Trump de tê-la abusado quando ela tinha 13 anos, após ter sido apresentada a ele por Jeffrey Epstein, décadas atrás. Os arquivos também citariam encontros entre Trump e Epstein em festas e eventos, inclusive em propriedades do republicano. Outro documento ausente, segundo a NPR, seria o depoimento de uma testemunha considerada chave na investigação e que colaborou no julgamento de Ghislaine Maxwell. Em nota à NPR, a Casa Branca afirmou que Trump está “totalmente livre de qualquer acusação relacionada a Epstein” e destacou medidas adotadas pelo presidente para dar transparência ao caso. Ghislaine Maxwell, de 64 anos, foi condenada em dezembro de 2021 a 20 anos de prisão por tráfico sexual. Epstein morreu em agosto de 2019, em uma prisão federal, enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual.
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