O Conselho da Paz criado por Donald Trump apresentou um plano de reconstrução da Faixa de Gaza. A proposta inclui arranha-céus à beira-mar, ferrovias, portos e aeroporto. Também prevê exploração de gás natural no território palestino. O investimento inicial anunciado é de US$ 7 bilhões. A região foi devastada por bombardeios de Israel durante guerra contra o Hamas. A Organização das Nações Unidas estima que serão necessários US$ 70 bilhões no total. US$ 20 bilhões seriam urgentes nos primeiros três anos para estabilização humanitária. Cerca de 85% das construções foram destruídas. Há aproximadamente 55 milhões de toneladas de entulho. O plano possui quatro fases: atual, ajuda humanitária, médio prazo e longo prazo. Inicialmente serão retirados escombros e munições não detonadas. Depois haverá restauração de água, saneamento e energia. Em seguida virão moradias permanentes e hospitais. Também serão construídas escolas e universidades. Na fase final surgirá infraestrutura urbana moderna e transporte avançado.
Vinte países aderiram ao conselho, como Argentina, Egito e Turquia. O Brasil ainda avalia participação sob governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Os EUA enviarão US$ 10 bilhões adicionais ao grupo. Emirados Árabes Unidos prometeram US$ 1,2 bilhão. Qatar e Arábia Saudita anunciaram US$ 1 bilhão cada. Indonésia ofereceu 8 mil soldados para segurança. Cazaquistão enviará dinheiro e trigo. Bahrein ajudará em serviços digitais. Uzbequistão reconstruirá escolas e hospitais. Romênia apoiará serviços de emergência. O empresário Marc Rowan prevê construir 100 mil casas inicialmente. No longo prazo seriam 400 mil moradias.
O custo estimado das residências é de US$ 30 bilhões. A primeira área de segurança seria em Rafah. O projeto também prevê internet de alta velocidade e nova força policial local.
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