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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

MILEI CONSEGUE APROVAR REFORMA TRABALHISTA

🚨 URGENTE | Argentina aprova reforma trabalhista O Senado da Argentina  aprovou a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei,  trazendo mudanças significativas nas regras de trabalho no país. Entre os  principaisO governo de Javier Milei aprovou na madrugada desta sexta-feira (20) a reforma trabalhista na Câmara argentina. Antes, o projeto havia passado pelo Senado com mais de 20 alterações. Na Câmara, recebeu 135 votos favoráveis e 115 contrários. Como um artigo sobre licenças médicas foi retirado, o texto retornará ao Senado. A proposta tem mais de 200 artigos e altera regras centrais do trabalho. Prevê redução de indenizações por demissão. Permite fracionar férias. Amplia a jornada laboral. A oposição kirchnerista, partidos de esquerda e sindicatos chamaram a reforma de regressiva e anticonstitucional. Eles prometem contestar a validade judicialmente. O governo afirma que a medida reduzirá a informalidade superior a 40%. Também defende que gerará novos empregos. Parlamentares discutiram possível desfinanciamento do Fundo de Assistência Trabalhista e da previdência.

Outro ponto polêmico foi a revogação de estatutos profissionais. Deputados do União pela Pátria atacaram a proposta. Uma ala peronista favorável ao texto foi criticada pela própria bancada. O deputado Miguel Ángel Pichetto disse que não há benefícios ao trabalhador. Pablo Juliano, dissidente da UCR, declarou não poder apoiar o projeto. Milei estava nos EUA para reunião convocada por Donald Trump. O presidente quer sancionar a reforma antes do reinício das sessões ordinárias em março. Circulou vídeo dele cantando trecho de música de Elvis Presley ao lado de Viktor Orbán. A sessão ocorreu sob tensão e protestos em Buenos Aires. Houve confrontos entre manifestantes e policiais perto do Congresso. Garrafas foram arremessadas e a polícia respondeu com água e gás de pimenta. Ao menos 14 pessoas foram detidas. No mesmo dia ocorreu greve geral de 24 horas convocada pela CGT. O governo classificou a paralisação como tentativa de extorsão. Sindicatos dizem que a reforma prejudica trabalhadores. Diversas categorias se mobilizaram diante do Parlamento.



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