A presidente Claudia Sheinbaum apresentou o projeto em dezembro. O México se junta a países da região com jornadas de 40 horas, como Chile e Equador. A reforma faz parte de mudanças trabalhistas no país após mais de um século sem reduzir a jornada. Organizações e sindicatos criticaram a ausência de dois dias de descanso. Analistas dizem que a redução gradual facilita a adaptação das empresas. O limite atual de trabalho informal no México é alto, com cerca de 55% trabalhando nessa condição. O país tem baixos salários e baixa produtividade entre membros da OCDE. O aumento das horas extras também é visto como uma falha da reforma. Mesmo com críticas, o governo defende que a mudança melhorará o equilíbrio entre vida e trabalho. A jornada laboral começa a diminuir no próximo ano conforme o cronograma aprovado. Deputados governistas afirmam que a produtividade não é medida pelo esgotamento. A medida não prevê redução de salários ou benefícios durante a transição. A oposição ainda busca alterar pontos no texto antes da promulgação final.
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
MÉXICO DIMINUI JORNADA SEMANAL PARA 40 HORAS
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