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sábado, 24 de janeiro de 2026

SEIS REPRESENTAÇÕES CONTRA TOFFOLI

Toffoli é alvo de seis representações por condução do caso Master; veja o  status de cada ação > https://bit.ly/3LKtYJq Trabalho do relator no STF é  contestado na PGR e no CNJ, alémA condução do caso Master pelo ministro Dias Toffoli, do STF, gerou seis representações contra o magistrado em diferentes instâncias, como a PGR, o CNJ e o Senado. Desde a liquidação do banco, em novembro de 2025, decisões do relator vêm sendo questionadas por seu caráter jurídico considerado atípico e por possíveis vínculos pessoais com investigados. O presidente do STF, Edson Fachin, saiu em defesa de Toffoli, afirmando que sua atuação é regular e que eventuais questionamentos serão analisados pelo tribunal após o recesso. As críticas ganharam força após revelação de que a família de Toffoli vendeu participação no resort Tayayá ao cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, também investigado. A operação teria sido intermediada por empresa ligada ao irmão do ministro, embora a cunhada negue participação societária do marido.

Das seis representações, cinco pedem a suspeição de Toffoli. Um pedido já foi negado pela PGR; quatro ainda aguardam parecer. Há também um pedido de impeachment protocolado no Senado. A primeira representação foi apresentada por deputados após reportagem revelar que Toffoli viajou com um advogado ligado ao Master para a final da Libertadores, antes de assumir a relatoria do caso. A PGR arquivou esse pedido, decisão elogiada por Gilmar Mendes. Em seguida, novos pedidos de suspeição foram apresentados, agora baseados nos vínculos familiares com o Tayayá. Senadores e deputados também acionaram o CNJ e reforçaram pedidos à PGR. Paralelamente, Toffoli foi alvo de protesto do MBL em São Paulo, que pediu seu afastamento do caso.

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