Para enfrentar a crise de imagem do STF após o caso Master, ministros passaram a defender o envio da investigação à primeira instância como “saída honrosa” para Dias Toffoli, que resiste a deixar a relatoria. O ministro sofre pressão interna por sua condução do inquérito, marcada por sigilo rigoroso, viagem em jatinho com advogado do caso e negócios que ligam familiares a fundo associado ao Master. A operação Compliance Zero começou na Justiça Federal em Brasília, mas foi ao STF após a apreensão de documento que menciona o deputado João Carlos Bacelar (PL-BA), com foro privilegiado. Outra investigação, iniciada em São Paulo, também subiu ao Supremo e embasou a segunda fase da operação, deflagrada no dia 14, que apura fraudes via fundos de investimento. Investigadores afirmam não haver indícios contra Bacelar. O deputado diz que participou de um fundo imobiliário na Bahia e que uma negociação com Daniel Vorcaro não avançou. Uma ala do STF defende que Toffoli devolva o caso ao primeiro grau, afastando suspeitas e mantendo válidos os atos já praticados.
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terça-feira, 27 de janeiro de 2026
TOFFOLI INSISTE EM CONTINUAR COM O CASO MASTER
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