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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

TRUMP: UM ANO DE PERSEGUIÇÃO E PERDÃO A CRIMINOSOS

Trump concede perdão a traficante de cocaína condenado à prisão perpétua
Traficante perdoado por Trump
Donald Trump completa, nesta terça-feira (20), um ano de retorno à Casa Branca. O segundo mandato é marcado por decisões duras, embates institucionais e uma atuação externa descrita como imprevisível e confrontacional. Em 12 meses, Trump impôs um tarifaço global, ordenou ataques militares e ameaçou aliados e adversários. No plano interno, avançou contra imigrantes, perdoou réus do Capitólio e atacou universidades, imprensa e o sistema judicial. Na imigração, colocou mais de 20 mil agentes do ICE nas ruas. O saldo foi de 605 mil deportações e 1,9 milhão de autodeportações, além de protestos após a morte de uma cidadã americana em operação. No primeiro dia de governo, perdoou cerca de 1.500 envolvidos na invasão do Capitólio de 6 de janeiro de 2021. Na economia, anunciou tarifas sobre 185 países. O Brasil foi atingido, sofreu sobretaxa e só obteve alívio após reaproximação diplomática entre Trump e Lula. Trump cortou verbas e abriu investigações contra universidades como Harvard e Columbia, além de processar veículos de imprensa e ameaçar advogados críticos ao governo.

No Oriente Médio, reforçou a aliança com Israel, mediou cessar-fogo em Gaza e apoiou ataques a instalações nucleares do Irã. A tensão com Teerã voltou a crescer neste ano. A relação com Vladimir Putin alternou elogios e críticas. Trump acusou Zelensky de dificultar a paz e o humilhou publicamente. Militares dos EUA bombardearam embarcações no Caribe e no Pacífico, ações chamadas pela ONU de “execuções extrajudiciais”. Trump ordenou ofensiva que resultou na captura de Nicolás Maduro e voltou a ameaçar a Groenlândia com pressão militar e econômica. Na saúde, retirou vacinas do calendário infantil e fechou a USAID, encerrando a ajuda humanitária dos EUA. Por fim, o caso Epstein voltou ao centro do debate. Apesar de prometer transparência, o governo divulgou menos de 1% dos arquivos sobre o escândalo. 

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