Investigadores alertaram para o risco de o caso “arrastar o tribunal para a lama”, transformando um problema individual em crise institucional. Nos bastidores da Corte, cresce a avaliação de que o caso é complexo demais para permanecer no Supremo. Uma ala defende que o processo desça à primeira instância, saída considerada tecnicamente segura e menos traumática. A alternativa retiraria Toffoli do centro do caso e reduziria a pressão sobre o STF, embora não seja vista como honrosa. Ministros não acreditam que Toffoli aceitaria se afastar voluntariamente. Internamente, há críticas pela falta de articulação institucional para conter a crise. O Supremo passou a ser antecipadamente inserido no debate político e eleitoral. A avaliação é que manter o caso no STF amplia o desgaste e o risco de o tribunal ser visto como juiz em causa própria. Para investigadores e ministros, a crise não tem prazo para acabar, apenas a chance de ser contida antes de atingir toda a Corte.
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terça-feira, 27 de janeiro de 2026
COMPLICA SITUAÇÃO DO MINISTRO TOFFOLI
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