A Espanha recusou o convite do presidente dos EUA, Donald Trump, para integrar o “Conselho da Paz”. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez. A estrutura foi criada por Trump para monitorar a paz na Faixa de Gaza e coordenar a reconstrução do território palestino. “Agradecemos o convite, mas recusamos”, afirmou Sánchez. Segundo ele, a decisão mantém a coerência da Espanha com o direito internacional, a ONU e o multilateralismo. Diplomatas veem o conselho como tentativa de esvaziar a ONU. Sánchez também criticou a exclusão da Autoridade Palestina. Cerca de 60 países foram convidados pelos EUA. Entre os que aceitaram estão Argentina, Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito, Hungria e Turquia.
Já recusaram formalmente: França, Noruega, Eslovênia, Suécia e Espanha. Ainda não responderam: Brasil, Reino Unido, China, Alemanha, Itália, Rússia e Ucrânia. O Conselho da Paz foi lançado no Fórum Econômico Mundial, em Davos. Trump criticou a ONU e apresentou um plano de reconstrução de Gaza. Ele será presidente vitalício do órgão e terá poder de veto. O conselho prevê mandatos de três anos, com permanência fixa para países que doarem mais de US$ 1 bilhão.
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