O ministro afirmou que a própria defesa reconheceu o uso. Em dezembro, Martins foi condenado a 21 anos de prisão, por integrar o “núcleo 2” da investigação. A defesa, liderada por Jeffrey Chiquini, sustenta que advogados usaram as redes e que a conversão foi intempestiva. O caso integra operações como a Tempus Veritatis, deflagrada em fevereiro de 2024. O STF tem endurecido cautelares no mesmo processo.
Pesquisar este blog
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
POLÍCIA FEDERAL PRENDE EX-ASSESSOR DE BOLSONARO
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário