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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

MAIS DE 500 MORTES EM TEERÃ

Os protestos no Irã deixaram mais de 500 mortos, segundo informações de um  grupo de direitos humanos divulgadas neste domingo (11). Teerã ameaçou  atacar bases militares americanas caso o presidente dos EstadosO Irã advertiu o presidente dos EUA, Donald Trump, que qualquer ataque americano provocará retaliação. Segundo Teerã, Israel e bases militares dos EUA seriam considerados “alvos legítimos”. O alerta foi feito por Mohammad Baqer Qalibaf, presidente do parlamento iraniano, neste domingo (11). Enquanto isso, a repressão aos protestos se intensificou. A ONG Hrana afirma que mais de 500 pessoas morreram desde o início das manifestações, em 28 de dezembro. Do total, 490 seriam manifestantes e 48 membros das forças de segurança. O número de presos já ultrapassaria 10 mil. O regime iraniano não divulgou dados oficiais. Imagens não verificadas mostram sacos com cadáveres em frente a um instituto forense perto de Teerã. O número de vítimas se aproxima do registrado nos protestos de 2022,deflagrados após a morte de Mahsa Amini.

Israel entrou em estado de alerta máximo. Autoridades avaliam possível intervenção indireta.
Trump afirmou que os EUA estão “prontos para ajudar” os manifestantes iranianos. Netanyahu discutiu o cenário com autoridades americanas. O governo iraniano acusa EUA e Israel de fomentarem “caos e desordem”. Convocou uma marcha nacional de apoio ao regime e decretou luto por membros das forças de segurança. Os protestos começaram por causa da inflação e evoluíram para críticas ao regime clerical. Um apagão de internet reduziu a comunicação no país. A crise é vista por analistas como um “jogo de resistência” entre manifestantes e autoridades iranianas.

 

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