O episódio quebra o tabu da América Latina como “zona de paz”, formalizada pela Celac em 2014. Também expõe a fragilidade de organismos regionais e a forte polarização política. Líderes reagiram de forma oposta: Javier Milei apoiou a ação, enquanto Lula a classificou como inaceitável. A intervenção pode agravar a crise venezuelana, marcada por hiperinflação e repressão, que já provocou êxodo de quase 7,9 milhões de pessoas. Há incerteza sobre a sucessão de Maduro e risco de nova onda migratória regional. As sanções seguem, mantendo dúvidas sobre o petróleo.
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