Em vitória para Zelenski, França e Reino Unido assinaram acordo com a Ucrânia para enviar força de paz se houver cessar-fogo. Sem apoio dos EUA, porém, a proposta tende a não sair do papel. Washington seria fiadora militar e monitora de uma eventual trégua. O plano também enfrenta rejeição de Putin, que não aceita tropas da Otan no vizinho. A invasão russa ocorreu, em parte, pelo temor de adesão de Kiev à aliança. O anúncio ocorreu em Paris, na reunião da Coalizão dos Dispostos, na terça, 6. Os EUA participaram e seguem debatendo o tema. Steve Witkoff disse que protocolos de segurança do pós-guerra estão quase finalizados. Ele falou em paz e em acordo de prosperidade.Jared Kushner chamou a reunião de marco. Macron e Meloni citaram garantias inspiradas no artigo 5 da Otan contra novas invasões. Os EUA evitavam atuar em solo ucraniano, mas europeus falam em monitoramento americano. Em 2024, Putin ameaçou com retórica nuclear.
Keir Starmer disse que forças protegeriam céus e mares ucranianos após a paz. Meloni afirmou que a Itália não enviará tropas. O debate aumenta a pressão sobre Putin, ainda resistente apesar de ganhos militares.
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