Rapidamente, as pautas passaram a questionar o regime, retomando o histórico de protestos de 2009, 2017, 2019 e 2022-23, este último marcado pela morte de uma jovem presa por uso considerado inadequado do véu islâmico. Os atos começaram no oeste curdo do país, mas se espalharam para grandes cidades como Teerã, Isfahan e Mashhad. Em Fars, manifestantes derrubaram uma estátua do general Qassem Suleimani, símbolo do regime. Sem liderança clara, os protestos têm recebido apoio do ex-príncipe herdeiro Reza Pahlavi, que, do exílio, pediu mobilizações pacíficas, embora seu peso político seja incerto. O regime enfrenta ainda um momento de fragilidade: a morte do presidente Ebrahim Raisi em 2024, confrontos recentes com Israel, sanções econômicas severas e bombardeios americanos a instalações nucleares agravaram a crise. Enquanto o presidente Masoud Pezeshkian tenta adotar um tom conciliador, Khamenei e a Guarda Revolucionária reforçam a repressão, mantendo o país sob forte tensão.
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
IRÃ EM GUERRA
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