EX-EMBAIXADOR É PRESO
O ex-embaixador do Reino Unido nos EUA, Peter Mandelson, foi preso ontem, 23, segundo o jornal The Times. A Polícia Metropolitana de Londres confirmou a detenção de um homem de 72 anos por suspeita de má conduta em cargo público, sem divulgar o nome. Ele foi levado de sua casa em Camden para interrogatório. Buscas também ocorreram em endereços em Wiltshire e Londres. Mandelson é investigado após arquivos dos EUA indicarem repasses de dinheiro de Jeffrey Epstein e possível vazamento de documentos. Ele renunciou ao Parlamento e ao Partido Trabalhista após o escândalo. E-mails sugerem relação mais próxima com Epstein no período do governo Gordon Brown. O caso abalou o premiê Keir Starmer, que o havia nomeado e enfrenta queda de popularidade. Aliados pedem sua renúncia, enquanto outros mantêm apoio. O chefe de gabinete Morgan McSweeney e o diretor Tim Allan deixaram os cargos. O escândalo também atingiu o ex-príncipe Andrew, investigado no mesmo caso. O Palácio de Buckingham afirmou que colaborará com as investigações.
ATRASO NA ENTREGA DE DIPLOMA: INDENIZAÇÃO
JUIZ DE FORA: 16 MORTES COM CHUVASNATURA E AVON CELEBRAM ACORDO
A Natura informou ontem, 23, que firmou acordo para encerrar um caso envolvendo a Avon Products nos EUA, com pagamento de US$ 67 milhões. Trata-se de sentença desfavorável em 1ª instância sobre alegações de contaminação por amianto em produtos de talco. O valor atualizado da condenação era de cerca de US$ 68,8 milhões. O desembolso ocorrerá em 6 de março. Segundo a empresa, será compensado parcialmente por US$ 22 milhões da venda da Avon Card e por 26,9 milhões de euros da venda da Avon Rússia. A companhia afirmou que o acordo não representa reconhecimento de culpa e atende aos seus melhores interesses diante da legislação norte-americana. Em 2022, a Avon foi condenada após ação que alegava relação entre talco e câncer. Os autores afirmam que produtos teriam causado mesotelioma. A Natura sustenta que a Avon nunca utilizou amianto em suas fórmulas.
GASTOS COM FOLHA SALARIAL: R$ 62,5 BILHÕES
As instituições de Justiça estaduais gastaram mais de R$ 62,5 bilhões com folha salarial em 2024, o equivalente a 67% do orçamento de tribunais, MPs e defensorias, segundo o Justa.
Foram analisados dados de 21 estados; Roraima, Piauí, Maranhão e Mato Grosso do Sul não enviaram informações. Goiás e Santa Catarina forneceram dados parciais. Em cinco estados, o sistema de Justiça consome mais de 10% do orçamento total. Rondônia lidera, com 13% dos recursos destinados a TJ, MP e Defensoria. Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba e Rio de Janeiro também superam 10%. Em 11 estados, o orçamento da Justiça cresce acima do orçamento geral. Segundo Luciana Zaffalon, do Justa, o modelo interno de escolha de dirigentes impulsiona essa expansão. Ela afirma que os orçamentos se descolam das contas estaduais, criando risco fiscal. O ministro Flávio Dino, do STF, suspendeu indenizações não previstas em lei e deu 60 dias para comprovação. A decisão será analisada pelo plenário nesta quarta-feira (25). Em 2024, houve R$ 4,3 bilhões em créditos extras, sendo R$ 4,7 bilhões destinados à folha, com destaque para São Paulo.
Salvador, 24 de fevereiro de 2026.
Carlos Alberto Dultra Cintra, ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, no período 2002/2004, faleceu hoje, 24, aos 82 anos. Ele nasceu na cidade de Ipirá. Cintra graduou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia, na turma de 1967; iniciou sua trajetória vitoriosa no Ministério Público do Estado, como promotor de Justiça, em 1969. Tornou-se o primeiro procurador-geral a ser votado de forma direta, pelos membros da instituição; foi reeleito e, na sequência, era escolhido pelo governador do Estado, em lista tríplice para integrar o Tribunal. Em 1992 assumiu vaga reservada ao Ministério Público, tornando desembargador da Corte. Cintra nunca negou sua amizade com Antonio Carlos, mas entendeu que não poderia aceitar a interferência abusiva na Corte. Na sua gestão deu-se a transferência da sede do Tribunal do bairro de Nazaré para o Centro Administrativo. O magistrado presidiu o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia entre os anos de 2004 e 2006.
O
Após um domingo de medo, o México mobilizou 10 mil militares para conter o caos no oeste do país, após operação que matou Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, líder do
O ministro Gilmar Mendes, do STF, em medida cautelar, em Ação Direta de Inconstitucionalidade, suspendeu o pagamento de verbas indenizatórias, denominadas de penduricalhos, no Tribunal de Justiça e no Ministério Público. Assim, ficam anuladas as leis estaduais ou atos administrativos internos que sacramentaram o benefício. Mendes afirmou que o CNJ e o CNMP devem limitar suas atuações na regulamentação do que existe na legislação federal, sem atribuir vantagens para seus membros. Ressaltou o ministro: "Não posso deixar de manifestar perplexidade quanto à desordem que vivenciamos no que diz respeito à remuneração dos agentes públicos de modo geral e, em particular, dos membros do Poder Judiciário e do Ministério Público.
Reconstruir a economia e a infraestrutura da Ucrânia após quatro anos de invasão russa custará US$ 588 bilhões (R$ 3 trilhões) em dez anos, segundo relatório do 
MULHER DESTRÓI ESTÁTUA E É PROCESSADA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prossegue com sua catilinária de defesa de ditadores, a exemplo da constante manifestação contra a prisão do sanguinário Nicolas Maduro. Na verdade, é condenável a ação de Donald Trump de mandar seus policiais descerem numa noite do mês de janeiro, em Caracas, para capturar, prender e conduzir o ditador venezuelano, juntamente com sua esposa, Célia Flores, para prisão nos Estados Unidos. Todavia, essa ação americana, no governo Trump, tornou-se comum e o mundo não assume posicionamento contra essa estúpida invasão. Há, induvidosamente, desrespeito à independência dos países, mas os Estados Unidos, através de Trump, não se preocupa com esse "pormenor" e prossegue na sua administração de invadir residências americanas ou assim proceder em diversos países, sem merecer repulsa das nações democráticas. O casal Maduro está em Nova York, onde responde aos crimes de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. Mas Trump não é autoridade competente para promover essa invasão, visando apuração de crimes. 