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quarta-feira, 10 de junho de 2026

COPA 2026 COM 48 SELEÇÕES


Em 2017, a Fifa anunciou que a Copa do Mundo passaria de 32 para 48 seleções a partir de 2026. A mudança, defendida pelo presidente da entidade, Gianni Infantino, buscava ampliar a presença global do futebol, aumentar receitas e fortalecer o apoio das federações nacionais. A expansão abriu espaço para estreias históricas de Cabo Verde, Jordânia, Uzbequistão e Curaçao, maior número de debutantes desde 2006. Por outro lado, o aumento de participantes elevou o ranking médio das seleções classificadas. Na Copa de 2026, a média é de 32,5º lugar no ranking da Fifa, acima das edições anteriores. As equipes de pior colocação são Nova Zelândia (85ª) e Haiti (83ª). O confronto de menor nível técnico na fase de grupos deve reunir Cabo Verde (67ª) e Arábia Saudita (61ª), somando 128 pontos no ranking.

Em contraste, a Copa de 1994, disputada nos Estados Unidos com 24 seleções, registrou o melhor ranking médio da história recente: cerca de 17º lugar. A pior equipe classificada era a Bolívia, então 43ª do mundo. Entre 1998 e 2022, a média das seleções participantes oscilou entre 21,7º e 26º lugares. A pior classificada nesse período foi a Coreia do Norte, 105ª em 2010. O pior confronto da história das Copas, segundo a soma dos rankings, ocorreu em 2018 entre Rússia (70ª) e Arábia Saudita (67ª). Já em 2022, o duelo de menor ranking reuniu Qatar e Equador.

 

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