Dos 50 óbitos registrados, 21 foram descobertos apenas quando os detidos já estavam mortos ou inconscientes, incluindo dez suicídios. Problemas cardiovasculares responderam por 16 mortes, sugerindo possíveis falhas em exames e tratamentos. Médicos consultados afirmam que o sistema não foi projetado para lidar adequadamente com doenças crônicas e pessoas vulneráveis. Já o Departamento de Segurança Interna (DHS) afirma que oferece atendimento médico abrangente e mantém condições seguras e humanas nos centros. A falta de informações detalhadas nos relatórios oficiais também preocupa especialistas. Muitos documentos omitem histórico médico, medicamentos administrados e detalhes sobre respostas de emergência, dificultando a avaliação das causas das mortes.
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