MILEI PRIVATIZA COMPLEXO HOTELEIRO O governo de Javier Milei pretende transferir à iniciativa privada o complexo hoteleiro de Chapadmalal, símbolo do “turismo social” criado por Juan Domingo Perón nos anos 1940. Localizado no litoral argentino, o espaço oferecia férias subsidiadas para trabalhadores, com hospedagem e alimentação a preços acessíveis. A gestão Milei encerrou a obrigação legal de manter o programa e lançou uma concessão privada de 30 anos para o complexo. O governo argumenta que o Estado não deve administrar atividades turísticas e que a iniciativa privada pode valorizar os hotéis. Peronistas, sindicatos e ex-funcionários criticam a medida, afirmando que ela ameaça um patrimônio social e cultural que garantiu acesso ao lazer para milhões de argentinos. O debate reflete a divisão política do país: de um lado, a defesa do Estado enxuto e do livre mercado; de outro, a preservação de políticas sociais associadas ao peronismo. Ex-frequentadores temem que a privatização torne os hotéis inacessíveis para pessoas de baixa renda.

MILHÕES DISPUTAM A CURSO SUPERIOR NA CHINAMais de 12,9 milhões de estudantes participam do gaokao, exame que define o acesso ao ensino superior na China. As provas começaram neste domingo (7) e seguem por vários dias, conforme a província e as disciplinas escolhidas pelos candidatos, geralmente entre 17 e 19 anos. O teste reúne mais de 100 questões de gramática, literatura chinesa, matemática, idiomas, humanidades e ciências. Com base em edições anteriores, o g1 selecionou três perguntas de inglês para mostrar o nível de exigência do exame. Segundo especialistas, o gaokao prioriza o domínio técnico da língua inglesa, com foco em regras gramaticais, construções precisas e critérios rigorosos de correção. Já o Enem adota uma abordagem diferente. Nas questões de inglês, o principal objetivo é avaliar a compreensão de textos, a identificação de ideias centrais, relações entre trechos e intenções do autor. A gramática aparece apenas como ferramenta de interpretação, e não como objeto direto de avaliação.

IRÃ PODERÃO ENTRAR, MAS SAIR APÓS OS JOGOS Os jogadores da seleção do Irã na Copa do Mundo de 2026 terão de entrar e sair dos Estados Unidos no mesmo dia das partidas, informou ontem, 6, o embaixador iraniano no México, Abolfazl Pasandideh. Por causa da guerra com os EUA, a equipe transferiu sua base de treinamento de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no noroeste do México. Os iranianos disputarão jogos da fase de grupos em Los Angeles e Seattle. Segundo o diplomata, os atletas poderão entrar nos EUA pela manhã e deverão deixar o país após as partidas. Ele também revelou que 15 integrantes da delegação, entre dirigentes e membros da comissão técnica, ainda não obtiveram vistos americanos, o que representa um desafio para a seleção. O deslocamento entre Tijuana e os EUA poderá ser feito por avião particular ou por via terrestre, conforme orientação da Fifa. Pasandideh afirmou que o Irã respeitará todas as decisões da entidade.
ATACANTE IRANIANO É DETIDO E INTERROGADO
O atacante iraquiano Aymen Hussein foi detido e interrogado por quase sete horas ao desembarcar no aeroporto de Chicago com a delegação do Iraque para a Copa do Mundo. Segundo um dirigente esportivo iraquiano, o jogador teve o celular inspecionado, mas acabou liberado. Já o fotógrafo da seleção, Talal Salah, passou mais de dez horas sob verificação e teve a entrada nos Estados Unidos negada. As autoridades americanas não comentaram o caso. A Federação Iraquiana de Futebol e o próprio Hussein também não se manifestaram. Torcedores receberam a equipe no aeroporto, poucos dias antes do início do Mundial. O Iraque disputa sua primeira Copa do Mundo em 40 anos e está no Grupo I, ao lado de França, Senegal e Noruega. O torneio, sediado por EUA, Canadá e México, começa na próxima quinta-feira.
DIREITA E ESQUERDA DISPUTAM NO PERU
Nenhum comentário:
Postar um comentário