Mesmo sem estatísticas oficiais, a organização sustenta que milhares de pessoas continuam sendo condenadas à morte e executadas anualmente no país. Entre os crimes passíveis de pena capital estão tráfico de drogas, homicídios, corrupção, espionagem e crimes contra a segurança nacional. O Ministério das Relações Exteriores chinês rejeitou o relatório, afirmando que a Anistia tem preconceito contra o país. Segundo Pequim, a pena de morte é aplicada de forma “rigorosa e prudente”, com controle e redução gradual de seu uso. O relatório também destaca que 46% das execuções conhecidas no mundo em 2025 estiveram ligadas ao tráfico de drogas. O aumento global foi impulsionado principalmente pelo Irã, que registrou ao menos 2.159 execuções, o maior nível em décadas. Nos EUA, o crescimento foi puxado pela Flórida e pela retomada da defesa da pena de morte pelo governo do presidente Donald Trump. Além disso, foram registradas 2.334 novas sentenças de morte no mundo, alta de 12% em relação ao ano anterior.
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