Durante o discurso, o republicano disse que a divulgação das supostas irregularidades busca fortalecer a confiança nas eleições e voltou a acusar a China de tentar influenciar jornalistas americanos contra sua gestão, sem apresentar provas. Trump ameaçou emissoras que não transmitiram o pronunciamento ao vivo, sugerindo a revogação de suas licenças, e repetiu críticas à imigração e a políticas voltadas à população trans. Na política externa, afirmou que a Venezuela trabalha com os EUA no fornecimento de petróleo e declarou que as forças americanas estão vencendo o conflito envolvendo o Irã. A Embaixada da China nos Estados Unidos negou as acusações. O porta-voz Liu Chang afirmou que o país "nunca interferiu e nunca interferirá nas eleições presidenciais dos EUA".
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