A guerra entre Ucrânia e Rússia, desencadeada pela agressão sem motivação, da Rússia, prossegue e os ucranianos têm obtido significativas vitórias com os ataques direcionados para as bases militares, os depósitos de munição e combustível, as refinarias de petróleo, os centros de comando e comunicações, a infraestrutura logística que abastece as tropas e os aeroportos e instalações militares na Crimeia, área anexada pelos russos. Nesse cenário, Kiev serve-se de drones de longo alcance, além de mísseis; os drones são usados para atingir alvos, incluindo regiões próximas à Moscou, bem distante de onde são lançados. As últimas incursões aconteceram no terminal petrolífero de São Petersburgo, além de refinarias de petróleo e uma fábrica de componentes para mísseis, na região de Penza. De grande significado tem sido o uso dos drones para atingir pontos mais distantes.
O objetivo dos ucranianos situa-se em dificultar o abastecimentos das tropas russas, aumentando o custo econômico da guerra, já sentida por Vladimir Putin. Segundo informações de Kiev, a capacidade de combustíveis da Rússia, em algumas regiões, estão comprometidas em pouco mais de 40%. Putin responde com bombardeios contra cidades ucranianas, inclusive contra a capital, Kiev; alega o dirigente russo que os ataques servem-se para retaliar as ofensivas ucranianas contra seu país. Recentemente, Putin, em conversa telefônica, discutiu por mais de uma hora com o presidente Donald Trump e tratou fundamentalmente sobre a guerra com a Ucrânia. O presidente americano disse de sua "disposição de contribuir para um fim rápido das hostilidades e para a busca de soluções que superem a crise". Donald Trump anuncia que está perto de conseguir acordo entre os líderes russo e ucraniano, mas não merece fé as declarações de Trump.
No início deste mês, a Rússia realizou intensos ataques aéreos contra Kiev, matando 30 ucranianos. A resposta de Kiev situa-se na intensidade do uso dos drones, atingindo até mesmo a capital. A conversação entre as lideranças dos dois países não tem sido seguida de descontinuidade nos ataques, apesar das afirmações do presidente Donald Trump de que a guerra está no final. Em Ancara, na cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte, o Ministério das Relações Exteriores da Alemanha garantiu apoio contínuo à defesa da Ucrânia, em demonstração inequívoca de que a Europa apoia a luta de defesa empreendida por Kiev.
Santana, 11 de julho de 2026.
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