Sete senadores democratas enviaram carta ao secretário questionando a legalidade das decisões e afirmando que elas comprometem o caráter apolítico das Forças Armadas. Segundo a política do Pentágono, promoções só devem ser canceladas por problemas morais, físicos, mentais ou profissionais. O Pentágono não explicou os motivos das exclusões e acusou o The New York Times de dar atenção excessiva a questões raciais. A Marinha também não comentou o caso. Antes de assumir o comando do Pentágono, Hegseth criticava a presença de mulheres em funções de combate. Depois, passou a defender sua participação, desde que submetidas aos mesmos padrões físicos dos homens. Amy Bauernschmidt decidiu permanecer na ativa e continuará buscando a promoção, enquanto outros oficiais retirados das listas optaram pela aposentadoria. O episódio reacendeu o debate sobre diversidade e igualdade de oportunidades nas Forças Armadas dos Estados Unidos.
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