Após exaltar os Estados Unidos como a maior sociedade da história, o presidente alertou para supostas ameaças à identidade nacional, dizendo que há grupos que querem acabar com o inglês como língua dominante, restringir o direito às armas e promover ideias contrárias ao modo de vida americano. O discurso repetiu a estratégia adotada em 2020, quando Trump também usou o Monte Rushmore para denunciar um suposto avanço da extrema esquerda. Desta vez, substituiu o termo "fascismo" por "comunismo" como principal alvo de suas críticas. O evento teve grande aparato cênico, com sobrevoo de helicópteros e bombardeiro B-52, shows de luzes e fogos de artifício. A cerimônia reuniu aliados, integrantes da mídia conservadora e autoridades locais, sob forte esquema de segurança. No encerramento, Trump voltou a atacar a imigração ilegal antes de concluir exaltando os Estados Unidos.
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