EX-PRÍNCIPE É PRESOINFLAÇÃO CAI EM 2027
EX-PRÍNCIPE É PRESOINFLAÇÃO CAI EM 2027
Rússia volta parcialmente ao cenário esportivo após anos de isolamento. Uma pequena delegação disputará os Jogos Paralímpicos de 2026 na Itália. A medida gerou críticas de governos europeus. Dirigentes esportivos avaliam encerrar a suspensão olímpica russa. Isso pode abrir caminho para Los Angeles-2028. Símbolos nacionais voltarão a aparecer desde 2014. A punição começou após o escândalo de doping estatal. Sanções aumentaram com tentativas de encobrimento. E também após a guerra contra a Ucrânia em 2022. O Comitê Paralímpico Internacional liberou atletas russos e de Belarus no esqui. Serão seis russos e quatro bielorrussos. Autoridades ucranianas reagiram duramente. A Comissão Europeia criticou a volta das bandeiras. Representantes prometeram boicotar a abertura. O Reino Unido também condenou a decisão. Kiev não enviará autoridades oficiais.CORREIO BRAZIIENSE - BRASÍLIA/DF
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
Ex-príncipe Andrew é preso no dia do aniversário após investigação ligada ao caso Epstein
FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
Economias vão pagar mais de 500 milhões por danos causados pelas tempestades
JUÍZA PROÍBE CENSURA AURIZADA POR TRUMP
JUIZ SUSPENDE CAUTELAR
PRESIDENTE AUTORIZA INVESTIGAR TOFFOLIESTADOS UNIDOS CONTINUAM MATANDO, SEM JULGAMENTO
Os Estados Unidos atacaram três lanchas com supostos narcotraficantes e mataram 11 pessoas no Pacífico e no Caribe na segunda-feira (16), anunciaram as Forças Armadas americanas ontem, 17. Os ataques deixaram um saldo de "quatro mortos na primeira embarcação no Pacífico oriental, quatro na segunda embarcação no Pacífico oriental e três na terceira embarcação no Caribe", informou o Comando Sul na rede X. Os Estados Unidos iniciaram uma campanha contra essas supostas narcolanchas em setembro e, desde então, mataram pelo menos 140 pessoas em cerca de 40 ataques. O anúncio na rede X inclui vídeos dos ataques contra as três embarcações, duas das quais estavam imóveis quando foram bombardeadas, enquanto uma terceira navegava em alta velocidade. Nos vídeos, é possível ver pessoas se movimentando dentro de duas das lanchas antes dos ataques. O governo de Donald Trump insiste que está em guerra contra supostos narcoterroristas que operam na América Latina, mas não apresentou provas conclusivas de que as embarcações estejam envolvidas no tráfico de drogas. A ação gerou um debate sobre a legalidade das operações. Especialistas em direito internacional e grupos de direitos humanos afirmam que os ataques provavelmente constituem execuções extrajudiciais, já que aparentemente tiveram como alvos civis que não representam uma ameaça imediata aos EUA. Washington mobilizou uma enorme força naval no Caribe que, além de atrapalhar essas supostas rotas marítimas de contrabando, também ajudou a aplicar um bloqueio petrolífero contra a Venezuela e a capturar o ditador Nicolás Maduro, atualmente detido nos Estados Unidos.
Punta Del Este, 18 de fevereiro de 2026.
O governo Javier Milei, que teve início na Argentina, em dezembro/2025, prometeu implantar substanciais mudanças na economia local. O presidente liderou e implementa proposta de campanha denominada de "Plano Motosserra", cortando gastos e normas burocráticas. Empresas públicas foram privatizadas, aplicadas demissão em massa, além de derrubados os congelamentos de subsídios dos serviços de transporte público, das contas de água e luz. O novo governo buscou liberalização da economia, provocando entrada de dólares no país. A inflação ainda não foi controlada, mas bastante diminuída do alarmante índice de 211,4%, registrada no final de 2023. No mês de dezembro, apesar da diminuição, ainda registrava o alto percentual de 31,5%. Em dezembro/2017, batia em 24,8%, enquanto no ano de 2024 o índice foi de 117,8%. O nível de pobreza diminuiu para 36,3% no terceiro trimestre de 2025, registrando 45,6% em 2024. A vitória de Milei reside no superávit de 357 bilhões de pesos em novembro, em torno de US$ 337,43 milhões; ou seja, arrecadou mais do que gastou.
Juntamente com os números conquistados e alardeados por Milei houve reveses como o grande aumento do desemprego e da pobreza, causando novos preços nos produtos alimentícios, no transporte, na energia, água e outros itens de primeira necessidade. O professor de economia da Universidade de Buenos Aires, Carlos Bermani, explica: "A eliminação dos subsídios de luz e gás geraram um aumento muito grande em contas essenciais para famílias e comerciantes. Isso gerou um repasse nos preços e pressão sobre toda a inflação". Basta saber-se que, na posse de Milei, o país registrava 41,7% de pobres, ou seja, 12,3 milhões; no final de um semestre do governo os pobres já eram 15,7 milhões, portanto 52,9%, segundo dados do Indec. Por outro lado, o produto interno bruto, PIB, caiu no percentual de 2,1%, se comparado com o mesmo período anterior. As projeções do FMI estampam o final do ano que se encerrou em 3,5%. A popularidade do presidente é alta, apesar de muitas contestações.
Quem visita Buenos Aires sente os reflexos perniciosos da mudança de governo. A classe média, como sempre, carrega os malefícios das alterações, ainda que no futuro signifique algum melhoramento. O comércio popular sofre com as propostas governamentais. Na capital argentina, isso é constatado pela simples visita a uma das ruas da cidade que mantém o comercio voltado para o "povão". Com efeito, nessa via bastante procurada pelos turistas para compras, a rua Flórida, mostra-se a diminuição da frequência popular. A procura de produtos nessa via continua, mas sem a constância registrada em anos passados. Inúmeras lojas na Flórida foram fechadas e os pontos comerciais estão disponíveis para alugueres. Essa desativação de muitas lojas causou percentual alto de desemprego. O visitante anda em cada quarteirão e constata as placas, oferecendo o ponto para terceiros. Com a grande desvalorização do peso argentino, o dólar assumiu relevância como meio para proteger a população. Essas medidas do governo Milei obtiveram alguma desafogo, diante das últimas pesquisas, apontando o percentual de 51% de aprovação do governo. Os protestos contra o governo não suspenderam e ainda se respira com dificuldade; em cartazes, os manifestantes continuam reclamando mudanças.
Punta del Este, 18 de fevereiro de 2026.
Diagnosticado com cegueira total por danos irreversíveis no nervo óptico há três anos, um paciente recuperou parcialmente a visão após participar de um ensaio clínico de estimulação elétrica do córtex visual, na Universidade Miguel Hernández (UMH), na Espanha. A melhora foi considerada inesperada, espontânea e sustentada, além de independente do dispositivo implantado. O caso foi descrito na revista Brain Communications. O estudo avaliava a segurança e viabilidade de uma prótese visual cortical destinada a gerar percepções artificiais. No entanto, um dos participantes apresentou recuperação progressiva da visão natural após mais de três anos de cegueira. Segundo Eduardo Fernández Jover, diretor do Instituto de Bioengenharia da UMH, o objetivo não era restaurar a visão natural, mas criar percepções artificiais. A melhora sugere influência de fatores individuais ainda desconhecidos. A neurologista Arantxa Alfaro Sáez destacou que recuperações visuais costumam ocorrer nos primeiros meses após a lesão, sendo incomum após período tão prolongado.
O procedimento incluiu o implante de uma matriz intracortical com 100 microeletrodos no córtex visual primário. A estimulação elétrica provocava percepções chamadas fosfenos. Dois dias após a cirurgia, o paciente relatou perceber luzes e movimentos, conseguindo identificar gestos e localizar pessoas — sua primeira percepção visual natural desde a cegueira. Nos meses seguintes, ele realizou treinamento diário de 30 minutos com exercícios de percepção de luz, movimento, contraste, formas, letras e números. Pesquisadores sugerem que o treinamento e a motivação contribuíram para a recuperação. A melhora persistiu mesmo após a retirada do implante. Exames mostraram reaparecimento gradual dos potenciais evocados visuais, confirmando recuperação mensurável. O paciente apresentou melhora na acuidade visual, maior autonomia e mais segurança nas atividades diárias. Os autores afirmam que o caso pode abrir caminho para novas terapias de reabilitação visual, inclusive com técnicas não invasivas, embora ressaltem que os resultados foram observados em apenas um participante e podem depender de características individuais.
Um juiz de imigração dos Estados Unidos rejeitou a tentativa do governo do presidente Donald Trump de deportar o estudante da Universidade de Columbia, Mohsen Mahdawi, preso após protestos pró-Palestina. A decisão foi detalhada por advogados em documento enviado ontem, 17, a um tribunal federal de apelações em Nova York, que avaliava sua libertação da custódia migratória em abril. O caso integra uma série de derrotas do governo em ações para deter e deportar estudantes estrangeiros envolvidos em ativismo pró-Palestina ou crítico a Israel nos campi universitários. A juíza de imigração Nina Froes afirmou que o Departamento de Segurança Interna não provou que Mahdawi pudesse ser deportado. Segundo ela, o pedido se baseava em um documento não autenticado assinado pelo secretário de Estado Marco Rubio. Mahdawi declarou que a decisão defende o direito de falar por paz e justiça. O governo ainda pode recorrer ao Conselho de Apelações de Imigração, ligado ao Departamento de Justiça. Nascido em um campo de refugiados na Cisjordânia, ele foi detido em abril de 2025 durante entrevista sobre cidadania americana.
Um juiz ordenou rapidamente que não fosse deportado nem retirado do estado de Vermont. Após duas semanas preso, foi libertado por ordem do juiz distrital Geoffrey Crawford em Burlington. Em outro processo, em 29 de janeiro, um juiz encerrou a tentativa de deportação da doutoranda da Universidade Tufts Rumeysa Ozturk. Ela havia sido alvo após coassinar artigo criticando a resposta da universidade à guerra de Israel em Gaza. No mês passado, um juiz federal em Boston concluiu que o governo adotou política ilegal de deter e deportar acadêmicos estrangeiros. Segundo a decisão, a prática restringia a liberdade de expressão nas universidades. O Departamento de Justiça recorre dessa decisão
A declaração do novo ministro da Justiça, Wellington César Lima, sobre a possibilidade de um plebiscito para discutir a redução da maioridade penal provocou reações na Câmara. A bancada do PT divulgou nota contrária, enquanto deputados da direita defenderam ouvir a população. Na Argentina, a Câmara aprovou projeto que reduz a maioridade de 16 para 14 anos, agora em análise no Senado e depois para sanção presidencial. O ministro afirmou que uma consulta popular seria legítima e um exercício de democracia direta. A proposta poderia ser incluída na PEC da Segurança Pública relatada por Mendonça Filho. O PT declarou que a medida é retrógrada e juridicamente inviável por atingir direitos fundamentais de crianças e adolescentes. Segundo o partido, a Constituição de 1988 garante proteção integral e inimputabilidade até os 18 anos. Alertou ainda que plebiscitar direitos abriria precedente perigoso para outras garantias.
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FED FLEXIBILIZA EXIGÊNCIAS DE CAPITAL DOS BANCOS
O Fed, banco central dos EUA, prepara para flexibilizar exigências de capital dos bancos, visando estimular mais crédito imobiliário. A vice-presidente de supervisão, Michelle Bowman, anunciou a iniciativa ontem, 16. A mudança ocorre após o governo Donald Trump prometer retirar restrições ao crédito. Segundo Bowman, duas alterações devem incentivar a originação e administração de hipotecas. A meta é reduzir a migração dessas operações para instituições não bancárias. As novas regras suavizam a implementação do acordo internacional de Basileia. Bancos perderam participação no mercado hipotecário: de 60% em 2008 para 35% em 2023. Empresas financeiras especializadas passaram a dominar esse segmento. Bowman atribui a perda a exigências de capital desproporcionais ao risco. O Tesouro também defende menor capital exigido para empréstimos imobiliários. O Fed pretende eliminar deduções de ativos ligados à administração de hipotecas. E pode permitir capital diferente conforme o risco do financiamento, sem ameaçar a solidez do sistema.
DESEMBARGADORES DEFENDEM OS PENDURICALHOS