ALIADO DE ZELENSKY RENUNCIA
Andriy Yermak, um dos homens mais poderosos da Ucrânia e aliado próximo de Volodymyr Zelensky, renunciou nesta sexta-feira (28/11), após a Agência Anticorrupção (NABU) e a Procuradoria Especializada (SAPO) invadirem seu apartamento em Kiev para investigar um escândalo. Ele afirmou estar cooperando plenamente com os investigadores, que tiveram acesso irrestrito ao local. Pouco depois, Zelensky anunciou que Yermak havia apresentado sua renúncia. Considerado a segunda autoridade mais influente do governo e responsável pelas negociações de paz com a Rússia, seu afastamento gera incertezas sobre o diálogo com Moscou e Washington. O caso está ligado a um suposto desvio de US$ 100 milhões no setor energético, embora o envolvimento de Yermak não tenha sido detalhado. Para Peter Zalmayev, da Eurasia Democracy Initiative, a saída foi um “passo na direção correta”, possivelmente impulsionada por pressão americana ou europeia. Ele destaca que o substituto precisará ter forte experiência em política externa e, idealmente, perfil neutro ou até da oposição.
SUPERSALÁRIOS
O partido Novo foi a única bancada da Câmara a votar contra os supersalários para servidores do TCU. A proposta aprovada cria licença remunerada com futura indenização pelo período não usufruído, o que, segundo o Novo, gera despesa obrigatória permanente e não autorizada pelas regras fiscais. Para a legenda, a medida amplia privilégios, fragiliza o teto de gastos e o limite constitucional remuneratório. O deputado Luiz Lima afirmou que o dispositivo gera dupla vantagem aos servidores e abre caminho para supersalários pagos pelo contribuinte. Disse ainda que o Novo é o único partido a votar com responsabilidade e contra privilégios. A bancada alerta que controlar despesas obrigatórias é essencial para o equilíbrio fiscal, especialmente diante da pressão sobre o orçamento. O partido teme que a indenização incentive benefícios semelhantes em outras carreiras. O destaque do Novo foi rejeitado por ampla maioria: 88 votos a favor e 313 contrários, mantendo o texto original.
SEPARAÇÃO DE MINISTRO
O ministro do STF Gilmar Mendes e a advogada Guiomar Feitosa estão se separando após 18 anos de casamento, mantendo, porém, uma amizade de quase cinco décadas. Segundo eles, a relação de respeito permanece intacta. Mesmo separados, viajaram juntos nesta semana para Lisboa e Roma, onde Gilmar participou de eventos jurídicos. Os dois se conheceram em 1978 na UnB, destacando-se como alunos e trabalhando juntos no CNPQ. Mantiveram amizade ao longo da vida, que virou namoro e casamento em 2007, formando uma grande família com filhos e netos de ambos. A convivência familiar deve seguir a mesma. Guiomar fez carreira no Ministério da Justiça, no STF e em tribunais superiores, mantendo amplo trânsito no Judiciário. Gilmar construiu carreira acadêmica na Alemanha, foi consultor jurídico, assessor do Ministério da Justiça e advogado-geral da União antes de chegar ao STF. Guiomar, conhecida pela lealdade e simpatia, completou 73 anos com uma festa muito concorrida em Brasília.
INDENIZAÇÃO POR FURTO DE UM LÁPIS
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