A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) alerta para o uso de drones por criminosos para enviar drogas e celulares a cadeias do Rio. A prática dribla revistas em dias de visita; já foram encontrados entorpecentes escondidos em chinelos, caixas de leite, pães e frascos. A Seap afirma que os casos são pontuais: desde 2020, foram quatro registros. A secretária Maria Rosa Nebel diz que há monitoramento constante e ações conjuntas com forças de segurança.
Em janeiro, um drone com câmera foi interceptado no Presídio Carlos Tinoco da Fonseca, em Campos, enquanto levava drogas. Dois meses depois, outro drone lançou tubos plásticos com entorpecentes na Cadeia Pública Franz de Castro Holzwarth, em Volta Redonda. Em 2023, drones já haviam sido flagrados levando celulares e carregadores.
Na última segunda, uma mulher fugiu após tentar entrar no Presídio Nelson Hungria com 130 celulares e mais de 20 kg de drogas escondidos em sacolas. O material foi identificado no scanner, e ela escapou antes da abordagem. A suspeita é Maria Carolina Primo Ferreira. As visitas foram suspensas por tempo indeterminado. A Seap reafirmou tolerância zero a práticas criminosas e disse que o material foi enviado à DRACO-IE.
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